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    Home»Amazônia»21 mil seringas são enviadas pela Greenpeace para indígenas do Alto Rio Negro
    Amazônia

    21 mil seringas são enviadas pela Greenpeace para indígenas do Alto Rio Negro

    24 de janeiro de 2021
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    A falta de insumos nos hospitais de Manaus vista nos últimos dias avança também para os demais municípios e regiões remotas do Amazonas. Para apoiar as populações indígenas no enfrentamento à pandemia, o Greenpeace Brasil retomou o projeto Asas da Emergência, que soma solidariedade e esforços em prol dos povos indígenas, extremamente vulneráveis à Covid-19.

    Para apoiar as preparações necessárias para iniciar o trabalho de vacinação e imunização, nessa quarta-feira, 20, o Greenpeace transportou 21 mil seringas para o Alto Rio Negro (a 990 quilômetros de Manaus). O transporte foi feito a pedido da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) e Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), parceiras do projeto.

    @kleiton.renzo

    Além do apoio com a aquisição e o transporte de medicamentos e de materiais de limpeza para os povos indígenas, a iniciativa também tem dado apoio logístico transportando cilindros de oxigênio. Para além do Alto Rio Negro, o projeto irá apoiar com transporte áereo a região do Médio e Alto Solimões.

    Segundo Marivelton Barroso, presidente da Foirn, a parceria com o Greenpeace tem ajudado a salvar várias vidas no Alto Rio Negro. Por conta da atual escassez de insumos que a região enfrenta como também pelo imenso desafio geográfico visto na região.

    “O Alto Rio Negro compreende três municípios (São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos), 23 povos indígenas e 750 comunidades. Essa diversidade que há na região é também um desafio imenso por conta da logística. Trazer insumos, materiais de limpeza e cilindros reabastecidos em Manaus seria custoso e não teria tempo hábil para frear o avanço da pandemia na região. Tudo isso não seria possível sem a parceria do Greenpeace e dos demais parceiros que, em conjunto, têm salvado vidas. Ninguém faz nada sozinho”, disse Marivelton.

    O projeto Asas da Emergência, criado em 2020 para apoiar os povos indígenas na primeira onda da Covid-19, uniu uma rede de organizações para disponibilizar recursos e a aeronave da organização para o transporte de suprimentos e de oxigênio para comunidades indígenas e para regiões remotas no Amazonas, que sofrem com a precariedade do serviço de saúde, de medicamentos e com a inexistência de leitos de UTI.

    Para o porta-voz do projeto, Iran Magno, o sufocamento e a falta de oxigênio vividos por Manaus reforçam a necessidade de ação no enfrentamento à pandemia. Nesse contexto desolador em que o projeto é retomado, uma rede importante de apoio se faz novamente presente. A estrutura do Greenpeace segue mobilizada no apoio aos povos indígenas e populações vulneráveis no enfrentamento da Covid-19 na Amazônia.

    “Começamos 2021 com um desafio importante a nossa frente. Mesmo que a aprovação recente e o início da vacinação nos tragam esperança, a pandemia infelizmente ainda é o nosso cotidiano e não podemos ficar parados enquanto pessoas morrem sufocadas sem oxigênio. Muita gente está se mobilizando para auxiliar a região norte do País. Nós do Greenpeace também entendemos que agora é hora de somar esforços e agir! Assim como fizemos em 2020, disponibilizamos novamente nossa estrutura para apoiar povos indígenas e populações vulneráveis no enfrentamento da Covid-19. Esperamos que essa rede de apoio e solidariedade cresça e juntos a gente possa mudar essa realidade”, afirmou Iran.

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