Mais de 80 representantes de escolas da cidade participaram nesta quinta-feira (27) do “Simpósio de Matrículas 2019”. Realizado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM), o evento trouxe novidades que as instituições de ensino poderão aderir para o próximo ano, entre eles, dicas de atendimento ao público, Programa Educações, Instituto Pensar e Criar, energia solar e ainda orientações jurídicas sobre a formação de preços de anuidade escolar e contrato de prestação de serviços.
Para a presidente do Sinepe-AM, Elaine Saldanha, o evento também foi uma oportunidade para as instituições refletirem sobre melhorias para o ensino e formação dos seus alunos. “O Simpósio de Matrículas é sempre um evento bastante esperado pelos gestores, pois eles acabam conhecendo formas de inovarem nos seus estabelecimentos”, comenta.
Entre os destaques do encontro foi a apresentação do projeto de energia solar no Centro Educacional Peixinho Dourado, que teve redução em mais de 80% no valor da conta de luz. O conselheiro do sindicato e gestor da instituição, Flávio Vilhena, apontou as vantagens e os custos da implantação. “Além de reduzir os custos com a energia elétrica, investir em energia solar é uma forma das escolas se tornarem sustentáveis”, apontou.
Os representantes também conheceram mais a respeito do Instituto Pensar e Criar, que oferece na cidade a robótica educacional, através da elaboração, montagem, programação de protótipos para execução e tarefa. A metodologia permite o desenvolvimento de habilidades como raciocínio lógico, superação de dificuldades, coordenação motora, concentração e liderança.
Outros temas que foram tratados no simpósio são o detalhamento de contratos de prestação de serviços educacionais, como deve ser o contrato de trabalho dos professores, cobrança e inadimplência.
A assessoria jurídica do sindicato também explicou os itens da lista de material escolar que podem ou não serem solicitados pelas escolas. Entre os itens que não podem fazer parte da lista estão os materiais de uso coletivo, de limpeza e administrativos.
O Sinepe-AM, conforme explica a presidente da entidade, Elaine Saldanha, não define os valores que serão cobrados pelas unidades de ensino, mas instrui os representantes das escolas para que elaborem corretamente suas planilhas de custos e avaliem o cenário econômico em que estão inseridas.
Via Três Comunicação e Marketing


