Close Menu
RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Home»Amazonas»Brasil lidera índices de ansiedade e depressão durante pandemia, aponta levantamento
    Foto: Divulgação
    Amazonas

    Brasil lidera índices de ansiedade e depressão durante pandemia, aponta levantamento

    13 de fevereiro de 2021
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email

    Dados preliminares de pesquisa global liderada pela Universidade Estadual de Ohio (EUA) apontam que o Brasil é líder em índices de ansiedade e depressão na pandemia quando comparado a outras dez nações.

    O estudo, com publicação prevista para o final de fevereiro, entrevistou 13 mil pessoas de países que lidaram de maneiras diferentes com a crise sanitária.

    @kleiton.renzo

    “A resposta governamental tem muito a ver com índices de depressão e ansiedade”, afirma o professor Ricardo Uvinha, vice-diretor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, instituição que realizou a pesquisa no Brasil ao lado da Unifesp.

    Países que assistiram à falta de uma ação concreta ou centralizada de combate à pandemia, como o Brasil, apresentaram números mais preocupantes na pesquisa. Também participaram Bulgária, China, Singapura, Espanha, Estados Unidos, Índia, Irlanda, Macedônia, Malásia e Turquia.

    No caso brasileiro, que teve cerca de 1.500 respondentes maiores de 18 anos, 63% apresentaram relatos de ansiedade e 59%, sintomas de depressão. As entrevistas foram feitas por meio de formulário online e contemplam majoritariamente a região Sudeste.

    Os pesquisadores usaram escalas desenvolvidas pela Universidade Estadual de Ohio que, a partir dos sintomas relatados nas respostas, mensuraram se o quadro se caracterizava ou não como ansiedade ou depressão.

    De acordo com Ricardo Uvinha, uma das principais causas que levaram a esses quadros foi a privação das atividades de lazer fora do ambiente doméstico, como exercício físico ou encontros com amigos e familiares.​

    O professor pontua que o estudo evidencia a importância que os espaços de lazer têm para o bem-estar físico e emocional das pessoas. A responsabilidade por promovê-los, diz, é do poder público e dos indivíduos, mas também pode e deve ser abraçada pelas empresas.

    “Antes da pandemia, já víamos algumas organizações preocupadas em garantir oportunidade de lazer e atividade física, mesmo no ambiente de trabalho, para os colaboradores”, explica.

    ​Durante a crise sanitária, quando o isolamento ainda se faz necessário, ele vê com bons olhos as iniciativas corporativas para proporcionar espaços de lazer ainda que no trabalho remoto, como reuniões virtuais de confraternização, ou então aulas com professores de educação física e fisioterapeutas para fazer exercícios dentro de casa.

    Com informações FolhaPress

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Presidente do TCE-AM anuncia plenário virtual para dar mais agilidade aos julgamentos

    Roberto Cidade lança ações para ampliar atendimento à saúde feminina com o programa +Saúde da Mulher

    Aumenta para 16 o número de municípios em situação de emergência pela cheia no Amazonas

    Redação Amazônia
    Hostinger
    Apoie o RDA
    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.