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    Foto-Robervaldo-Rocha
    Manaus

    Eleições 2022: disputa pode ficar mais acirrada com ‘debandada’ de vereadores da CMM

    11 de março de 2021
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    As eleições gerais que serão realizadas em 2022, já começam a ficar aquecidas nos bastidores da política amazonense e, até mesmo quem acabou de ser eleito, pode entrar na disputa. Este é o caso dos vereadores que assumiram o mandato há poucos meses. Bem votados e outros experientes, alguns podem buscar voos mais altos.

    Além dos 24 deputados estaduais que já compõem o quadro da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que certamente concorrerão à reeleição ou a cargos superiores, nomes de vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) podem entrar no páreo.

    @kleiton.renzo

    A disputa de vereadores em um nova eleição menos de dois anos após serem eleitos é algo que já acontece há muitos anos, com alguns se saindo vencedores, como nos casos das então vereadoras, Joana Darc (PL) e Professora Therezinha Ruiz (PSDB), que se tornaram deputadas estaduais. Ainda existe o caso de Plínio Valério, que deu um salto maior, deixando de ser vereador para senador, nas eleições de 2018.

    Embora a largada rumo às Eleições 2022 já tenha sido iniciada, alguns dos atuais vereadores, entre eles, os novatos na política e na CMM, afirmam que estão focados em seus mandatos e ainda não pensam em alçar voos no próximo pleito.

    Novatos

    Entre um dos vereadores recém-eleitos e que pode sonhar com vaga na Aleam, está o vereador Capitão Carpê Andrade (Republicanos), que tem propostas voltadas à segurança. O parlamentar foi bem votado em 2020, mas diz não pensar ainda nas Eleições de 2022.

    “Estou focado no mandato. Tenho trabalhado muito nas comunidades e nos projetos de campanha como a Guarda Municipal, que precisa ser armada e treinada. Já solicitei ao prefeito um concurso público em caráter de urgência para guarda. Na semana passada, houve a deliberação para formação da Comissão Permanente de Segurança Pública no município. Não estou pensando nas eleições de 2022”, afirma Carpê.

    Filha e neta de políticos, a vereadora Thaysa Lippy (PTB) é outra parlamentar que falou que está vivendo o seu momento como estreante na vida política como vereadora de “primeira viagem”.

    “Esse é meu primeiro mandato e ainda está bem no início da legislatura. Na verdade, os planos pertencem a Deus e ainda não estou pensando lá na frente não, estou vivendo um momento de casa vez”, disse Thaysa.

    Quem também deve seguir os passos do deputado João Luiz ( Republicanos), que saiu do legislativo municipal para o estadual, e se lançar a uma vaga em 2022, pode ser o vereador João Carlos (Republicanos). 

    Eleito com 13.380 mil votos, o nome do parlamentar já começa forte dentro de Manaus. João Carlos é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e teve apoio total da denominação.

    Embora novo na idade, com 20 anos, e no Parlamento, em seu primeiro mandato, Amom Mandel (Podemos) disse que não sabe como será seu futuro na política. Mas é um dos nomes que podem vir para uma vaga à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), seguindo recomendações de sua sigla partidária, até mesmo para eleger outro nome.

    Amom foi eleito em 2020, com 7.537, com mote de que vai plantar até o fim do mandato uma árvore para cada voto recebido, resta saber se caso ele decida ir para Aleam, se vai terminar o plantio no prazo de quatro anos, contando do mandato na CMM.

    “Não sei se vou me candidatar nas próximas eleições”, disse o parlamentar em uma entrevista na semana passada.

    No PSC, essa movimentação também poderá ser intensa com os nomes de Rodrigo Guedes, que defende a causa do consumidor; Caio André, no esporte e Allan Campêlo.

    Veterana na política

    Veterana na CMM e em seu terceiro mandato, a vereadora Jacqueline Pinheiro (Podemos) defende que é uma “crescente”, quanto mais você se empenha em uma função é natural galgar cargos mais altos. E deixa claro que vem para disputar  uma das vagas na Aleam.

    No último pleito, Professora Jacqueline foi a mulher mais votada em todo o Amazonas, com 9.208 mil votos.

    “A ampliação das frentes de trabalho é uma ação natural no parlamento. Com o advento da pandemia da covid-19, difícil precisar como estaremos no ano que vem. A expressiva quantidade de votos na última eleição só demonstra a força e a confiança que os manauaras têm em acreditar que nosso projeto político está no caminho ideal”, destacou ela.

    A parlamentar já tentou vaga na Aleam, como deputada estadual e até para o governo, em 2017, como vice na chapa de seu partido, à época. Ela acredita que não há impedimento, desde que seu trabalho seja reconhecido em outros municípios.

    “Se esta visão tiver condições de ser expandida para outros municípios, os avanços serão ainda mais mobilizadores. Tendo, acima de tudo, o papel da educação como prioridade e abrangência democrática nas políticas públicas”, comenta a parlamentar.

    Nesse contexto, o ex-presidente da Câmara, vereador Joelson Silva (Patriota), que se reelegeu com 12.493 mil votos, pode ser um nome há mais nessa disputa. Vale ressaltar, que a sigla partidária de Joelson é atrelada ao presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) e deverá seguir no apoio à reeleição de Bolsonaro.

    Tentativas

    Alguns vereadores reeleitos já tentaram sair da CMM direto para Aleam, entre eles: Rosivaldo Cordovil (PSDB) e Rosinaldo Bual (PMN), e devem tentar novamente, nas eleições de 2022, entrar na Aleam.

    Especialistas falam em mudanças eleitorais

    Para o advogado e cientista político, Carlos Santiago, essa possibilidade de troca de cargos com apenas dois anos de mandato é permitida pela Lei Eleitoral para os cargos não majoritários (prefeito, governador e presidente) e que embora polêmica, a discussão pode ser feita por meio de uma nova reforma eleitoral.

    “Um ponto que pode ser trocado em uma reforma política, inclusive, é estabelecer o número de mandatos para os cargos do Legislativo. Já o chefe do Poder Executivo pode disputar somente uma reeleição, diferente de quem tem mandato legislativo, que não tem esse freio constitucional”, argumenta Santiago.

    Já para o professor Helso Ribeiro, também cientista político, a questão de o Legislativo poder ter mandatos consecutivos e ininterruptos faz com que isso se torne uma “profissão” para diversos parlamentares que se perpetuam no poder.

    “Nenhum dos vereadores foi eleito falando que em 2022 seria candidato a um dos cargos, só que há uma prática no Brasil, e que eu, particularmente, acho indevida, que é o de escalonar cargos públicos; então o presidente da República estaria no ápice da pirâmide e os vereadores na base”, disse o cientista que não concorda com esse “troca-troca” nas cadeiras dos parlamentos no Brasil.

    Helso seguiu dizendo que essa realidade vai demorar para ser modificada, visto que quem faz as reformas políticas é quem está nas cadeiras do Congresso Nacional, no caso, os políticos, e que eles não vão propor nada que os desfavoreçam.

    “O vereador se candidata a deputado, se ele perder, ele volta ao cargo, mas se ele ganhar assume o novo cargo e entra o suplente dele na vaga anterior. Se os candidatos falassem que depois de dois anos se elegeriam a outro cargo, acredito que os eleitores não votariam mais neles. Além do mais, isso só mudaria se tivéssemos uma Constituinte, enquanto os políticos continuarem a ser responsáveis pelas minirreformas, isso vai demorar!”, enfatizou.

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