Close Menu
RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Home»Manaus»Câmara de Manaus segue sem ponto eletrônico a quinze dias de vencer prazo do MP
    Manaus

    Câmara de Manaus segue sem ponto eletrônico a quinze dias de vencer prazo do MP

    23 de setembro de 2021
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email

    A pouco mais de 15 dias para encerrar o prazo de instalação do ponto eletrônico recomendado pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), a Câmara Municipal de Manaus (CMM) presidida pelo vereador David Reis (Avante) ainda não tomou providências para instalar o sistema para os funcionários.

    Em julho deste ano, o Ministério Público expediu uma recomendação à Câmara Municipal para que o parlamento implantasse o sistema eletrônico para o controle de frequência de funcionários comissionados nomeados para atuarem junto aos vereadores.

    @kleiton.renzo

    A medida do Promotor de Justiça Hilton Serra Viana foi baseada no Inquérito Civil nº 06.2016.00004502-7, que investiga a existência de funcionários fantasmas na CMM e levou em consideração diversas denúncias recebidas pelo órgão ministerial acerca do descumprimento do expediente na CMM.

    “O controle do efetivo cumprimento da jornada de trabalho dos servidores públicos é medida que visa ao cumprimento dos princípios da moralidade, publicidade, eficiência e transparência, além de evitar danos ao erário causados pela existência de eventuais ‘servidores fantasma’”, disse o promotor de Justiça, na época.

    Conforme prescreve a recomendação, a implantação do sistema de registro de ponto eletrônico para os servidores do Legislativo de Manaus deverá ser providenciada no prazo de 90 dias, a contar do dia de sua publicação, no dia 8 de julho

    A inobservância da recomendação sujeita o agente público competente a responder a eventual Ação por Ato de Improbidade Administrativa, nos termos dos arts. 14 e seguintes, da Lei 8429/92.

    Porém, com tantos escândalos de contratações, a Câmara Municipal não parece se importar com o curto prazo para instalar o sistema de controle de frequências. Isso porque, a recomendação do órgão ainda está em análise na procuradoria da CMM. A informação foi confirmada pelo vereador e vice-presidente da Câmara, Wallace Oliveira.

    De acordo com a assessoria de comunicação da CMM, o departamento ainda analisa a decisão do MP, mas ainda não há informações concretas sobre a instalação do sistema, mesmo o prazo estabelecido pelo órgão de controle encerrando no dia 8 de outubro. O departamento disse, ainda, que a CMM deverá se manifestar dentro do prazo previsto.

    Para adquirir o sistema de presença, a CMM deverá abrir um processo licitatório para adquirir o ponto eletrônico, porém, nenhum aviso de licitação ou aquisição foi divulgado pelo órgão.

    Segundo o cientista político Carlos Santiago, caso a recomendação do MP não seja aceita pela Mesa Diretora da Câmara, será indispensável a punição do órgão, uma vez que não será mantida a transparência prevista na legislação federal.

    “A Câmara não pode agir contra a Lei. E a Constituição Federal é clara: a Administração Pública tem que ser transparente, agir com legalidade, agir com impessoalidade, agir com publicidade, com a moralidade pública e objetivar a eficácia. Quando a Câmara não respeita Constituição, ela comete uma ilegalidade”, analisou.

    Sem transparência

    Essa não é a primeira vez que a transparência da CMM é questionada. Na tentativa de tornar pública a presença dos vereadores nas sessões, o parlamento adquiriu, em 2019, um novo painel de R$ 630 mil.

    Foto: Márcio Silva / Portal AM1

    Porém, após a pandemia, os vereadores eleitos em 2020 não encontraram um modo de utilizar o equipamento; telão se transformou em painel de transmissões para as sessões híbridas. Com o retorno dos trabalhos presenciais, o painel não marca mais a presença dos parlamentares.

    Escândalos

    Enquanto o prazo não é excedido, a Câmara se empenha em realizar propostas curiosas como a construção de um novo anexo e alugar 41 picapes para os vereadores. Ao todo, as ações desembolsariam aproximadamente 36 milhões dos cofres públicos. As decisões não saíram do papel devido a uma liminar da Justiça que barrou a aquisição.

    *Conteúdo Agência AM1

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Manaus aparece entre as 10 cidades que mais arrecadam impostos no Brasil

    Juíza condena vereador de Manaus por nepotismo com cargo comissionado

    MP investiga contrato de R$ 15,3 milhões do lixo em Manaus

    Redação Amazônia
    Hostinger
    Apoie o RDA
    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.