Na votação da PEC da Transição, aprovada pelo Senado na noite de ontem (7) com 64 votos a favor (eram necessários 49), 16 senadores votaram contra o texto que possibilitará o investimento em políticas sociais como Bolsa Família e aumento real do salário mínimo (leia aqui), entre eles o senador pelo Amazonas, Plínio Valério.
A proposta foi aprovada em dois turnos e segue para a Câmara. Entre os senadores que declararam “não” ao texto estão os extremistas que atuaram para defender o negacionismo de Jair Bolsonaro na CPI da Covid em 2021.
Sem contar Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do atual mandatário, foram votos contra a Proposta de Emenda à Constituição 32 o do truculento Marcos Rogério (PL-RO), que chegou a discutir com a jornalista Natuza Nery ao vivo, na época da CPI, e Luis Carlos Heinze (PP-RS), que se celebrizou defendendo tratamento da doença com cloroquina e outros medicamentos comprovadamente sem eficácia.
Confira os 16 que votaram contra:
Plínio Valério (PSDB-AM)
Eduardo Girão (Podemos-CE)
Reguffe (Sem partido-DF)
Marcos do Val (Podemos-ES)
Carlos Viana (PL-MG)
Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)
Eliane Nogueira (PP-PI)
Carlos Portinho (PL-RJ)
Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Romário (PL-RJ)
Lasier Martins (Podemos-RS)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Marcos Rogério (PL-RO)
Esperidião Amin (PP-SC)
Ivete da Silveira (MDB-SC)
Maria do Carmo Alves (PP-SE)
Com informações da Rede Brasil Atual


