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    Home»Amazonas»Senador Plínio Valério vota pelo fim das cotas raciais e para pessoas com deficiência em universidades
    (ROBERVALDO ROCHA / CMM)
    Amazonas

    Senador Plínio Valério vota pelo fim das cotas raciais e para pessoas com deficiência em universidades

    25 de outubro de 2023
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    O senador do Amazonas, Plínio Valério (PSDB), está entre os 24 parlamentares do Senado Federal que votaram a favor, nessa terça-feira, 24, de uma emenda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para acabar com as cotas raciais e para pessoas com deficiência em institutos e universidades federais. A medida foi rejeitada pela maioria, com 46 votos.

    Plínio foi o único senador do Amazonas a ser a favor da emenda, que permitia que apenas que alunos de baixa renda tivessem direito de ingressar nos cursos de graduação por meio da regra das cotas.

    @kleiton.renzo

    Veja senadores que votaram para que a emenda fosse pautada:

    Carlos Portinho (PL-RJ)

    Ciro Nogueira (PP-PI)

    Cleitinho (Republicanos-MG)

    Damares Alves (Republicanos-DF)

    Dr. Hiran (PP-RR)

    Eduardo Girão (Novo-CE)

    Eduardo Gomes (PL-TO)

    Esperidião Amin (PP-SC)

    Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

    Hamilton Mourão (Republicanos-RS)

    Izalci Lucas (PSDB-DF)

    Jaime Bagattoli (PL-RO)

    Jorge Seif (PL-SC)

    Laércio Oliveira (PP-SE)

    Luiz Carlos Heinze (PP-RS)

    Magno Malta (PL-ES)

    Marcio Bittar (União-AC)

    Marcos Rogério (PL-RO)

    Mauro Carvalho Jr (União-MT)

    Mecias de Jesus (Republicanos-RR)

    Plínio Valério (PSDB-AM)

    Rogério Marinho (PL-RN)

    Tereza Cristina (PP-MS)

    Wilder Morais (PL-GO)

    Entenda

    A Lei de Cotas, de 2012, foi atualizada no Congresso nessa terça-feira, 24, e agora segue para sanção presidencial. A emenda do senador Flávio Bolsonaro, contudo, foi rejeitada.

    Atualmente, a lei define que a reserva de metade das vagas em universidades federais para ex-alunos de escolas públicas, além de outras estudantes de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência.

    No Congresso, o texto dessa terça-feira mudou a regra e pela nova proposta, os estudantes só passam a ter o direito das cotas caso não consigam nota suficiente para entrar na universidade por meio da oferta regular de ampla concorrência.

     

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