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    Home»Brasil»Toffoli se declara impedido em julgamento de prisão do ex-presidente do BRB
    Toffoli
    Dias Toffoli se declarou suspeito em julgamento no STF sobre prisão de investigados no caso BRB. Entenda o que aconteceu. (Nelson Jr./SCO/STF)
    Brasil

    Toffoli se declara impedido em julgamento de prisão do ex-presidente do BRB

    22 de abril de 2026
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    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso que discute a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e do advogado Daniel Monteiro, nas manhã desta quarta-feria (22).

    ➡ A análise trata da manutenção da prisão preventiva dos dois, detidos desde 16 de abril durante a operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades em negócios do BRB com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

    @kleiton.renzo

    Os ministros Luiz Fux e André Mendonça votaram para manter as prisões. Ainda faltam os votos dos ministros Nunes Marques e Gilmar Mendes.

    A deliberação deve terminar às 23h59 da próxima sexta-feira (24), se não houver pedido de vista (mais tempo de análise) ou de destaque (leva o caso para julgamento presencial).

    A operação aconteceu após autorização de André Mendonça, relator do caso no STF. A partir desta quarta, os ministros analisam a decisão que determinou a prisão preventiva dos investigados.

    Ministro se declarou suspeito durante prisão de Vorcaro

    Em março, Dias Toffoli também declarou-se suspeito para analisar a decisão que levou à prisão de Daniel Vorcaro e também para analisar pedido que cobrava instalação da CPI do Master na Câmara.

    “Declaro minha suspeição por motivo de foro íntimo. Determino à Secretaria Judiciária que encaminhe o processo à Presidência desta Suprema Corte para a adoção das providências que julgar pertinentes”, afirmou Toffoli no despacho em que se declara suspeito para analisar o pedido de intalação de uma CPI.

     

    O ministro Dias Toffoli era relator do caso Master antes de André Mendonça. Em nota, o STF informou que o ministro – “considerados os altos interesses institucionais” – pediu que o tema fosse redistribuído para outro ministro relatar o caso.

    Interlocutores do Supremo afirmavam que, apesar de Toffoli ter deixado a relatoria do caso, não ficou reconhecida pela Corte suspeição ou impedimento para que ele atuar no caso Master.

    VIA G1

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