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    Home»Capa»Gestão Renato Júnior entra na mira do TCE por possíveis irregularidades em decreto de emergência
    (Divulgação)
    Capa

    Gestão Renato Júnior entra na mira do TCE por possíveis irregularidades em decreto de emergência

    29 de abril de 2026
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    A decisão do prefeito de Manaus, Renato Junior, de decretar situação de emergência na capital coloca em risco os cofres públicos da cidade e pode causar danos ao erário. Essa é a avaliação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) ao admitir uma representação, em tramitação na Corte de Contas, ingressada pelo vereador José Ricardo (PT).

    O processo vai apurar suspeitas de irregularidades envolvendo o Decreto n° 6.812, de 8 de abril de 2026, que trata de dispensa de licitação em situações emergenciais e necessita de uma análise criteriosa quanto à sua real necessidade e proporcionalidade.

    @kleiton.renzo

    Leia mais: Reforma Administrativa: Renato Junior faz 17 mudanças no primeiro escalão da Prefeitura de Manaus

    Em despacho que admitiu a representação – publicado no Diário Oficial do TCE no último dia 22 –, a presidente do TCE, Yara Lins, escreveu: “A representação é um instrumento de fiscalização e exercício do controle externo utilizado justamente para se exigir da máquina pública a investigação sobre determinados fatos que aparentemente ensejam prejuízos ao erário. Considerando que a presente representação tem como escopo apurar suposta ilegalidade em procedimento administrativo presidido pela Administração Pública, constata-se que o caso em comento enquadra-se nas hipóteses elencadas no supracitado dispositivo”.

    Na representação, o vereador enumera vários indícios de irregularidades no decreto de Renato Júnior, que ameaça secar os cofres públicos municipais ao possibilitar a contratação direta de bens e serviços sem o devido procedimento licitatório, sob a justificativa de ações de defesa civil.

    “Entretanto, observa-se que o Decreto carece de elementos mínimos de transparência e motivação administrativa, uma vez que não especifica quais obras ou serviços serão realizados; não indica os locais exatos das intervenções; não apresenta cronograma de execução; não demonstra estudos técnicos prévios ou relatórios que justifiquem a emergência; e não informa estimativa de custos ou impacto financeiro”, escreveu José Ricardo.

    VIA PORTAL D24AM

     

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