Close Menu
RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Home»Amazonas»A Cultura do Silêncio no Trabalho: quando a falta de escuta também adoece
    Confira a nova coluna da psicóloga Ana Jeffres para o Redação Amazônia
    Amazonas

    A Cultura do Silêncio no Trabalho: quando a falta de escuta também adoece

    20 de maio de 2025
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email

    Em tempos em que se fala cada vez mais sobre escuta ativa, empatia e liderança humanizada, ainda encontramos um cenário comum e adoecedor em muitas organizações: a cultura do silêncio.

    Funcionários que não se sentem seguros para relatar dificuldades, medo de retaliação ao expressar insatisfações, lideranças despreparadas para lidar com a vulnerabilidade emocional da equipe. Tudo isso compõe um ambiente onde o silêncio é norma, e o sofrimento psíquico, invisibilizado.

    @kleiton.renzo

    De acordo com a pesquisa do International Institute of Management Development (IMD, 2023), cerca de 61% dos profissionais evitam relatar problemas emocionais por medo de parecerem fracos ou incompetentes. Isso indica um ambiente onde o medo supera a confiança e a escuta é substituída por protocolos frios ou pela ausência total de canais de acolhimento.

    Essa realidade contraria diretamente os avanços exigidos pelas adequacões da NR 01, que, desde sua atualização, passaram a exigir das empresas a identificação, avaliação e gestão dos riscos psicossociais. Ignorar a cultura de silêncio significa, portanto, falhar no cumprimento da norma, especialmente no que diz respeito aos fatores organizacionais que afetam a saúde mental dos trabalhadores.

    Como a Psicologia pode ajudar

    A Psicologia Organizacional oferece ferramentas científicas e humanas para transformar esse cenário. Intervenções como grupos de escuta ativa, programas de suporte psicológico, treinamentos em inteligência emocional e desenvolvimento de liderança empática são estratégias eficazes para romper o ciclo de silenciamento.

    Segundo estudo publicado na Harvard Business Review (2021), empresas que estimulam a escuta psicológica têm aumento de 47% na retenção de talentos e reduzem em até 30% o afastamento por questões de saúde mental.
    Ademais, incluir psicólogos no processo de mapeamento dos riscos psicossociais garante não apenas o cumprimento da legislação, mas um olhar qualificado sobre as relações humanas no trabalho. Um olhar que compreende o silêncio não como ausência de conflito, mas como sintoma de um problema que precisa ser nomeado, acolhido e transformado.

    Para refletir: que espaços sua empresa tem criado para a escuta real dos colaboradores? Há canais efetivos ou apenas discursos bonitos em cartilhas institucionais?

    Romper a cultura do silêncio é um movimento corajoso. E essencial para empresas que desejam ser sustentáveis, humanas e alinhadas às diretrizes atuais da legislação trabalhista.

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Amom prepara PEC que pode acabar com as Câmaras Municipais no Brasil

    Aleam publica projeto de lei que regulamenta eleição indireta no Amazonas

    Comissão de Aeroportos abre 489 vagas com salários de até R$ 9,3 mil; inscrições vão até 12 de Abril

    Redação Amazônia
    Hostinger
    Apoie o RDA
    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.