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    Home»Brasil»Bolsonaro e outros seis réus têm 15 dias para apresentar alegações finais
    Bolsonaro
    Bolsonaro tem até 15 dias para apresentar alegações finais no STF. Julgamento da suposta tentativa de golpe deve começar ainda este ano. (Antonio Augusto/STF)
    Brasil

    Bolsonaro e outros seis réus têm 15 dias para apresentar alegações finais

    30 de julho de 2025
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    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros seis réus do núcleo 1 da ação penal que apura uma suposta trama golpista têm 15 dias, a partir desta quarta-feira (30), para apresentar suas alegações finais ao STF (Supremo Tribunal Federal).

    As alegações finais funcionam como um dossiê em que os advogados fazem um balanço de tudo o que foi discutido ao longo da investigação, na tentativa de convencer os ministros do STF de sua versão dos fatos.

    @kleiton.renzo

    Essa é a etapa final do processo, antes do julgamento. Após a entrega de todas as defesas, o relator do caso, Alexandre de Moraes, deve dar um tempo para que todos os ministros avaliem o processo e, em seguida, elaborar seu voto e liberar o caso para julgamento.

    A expectativa é que a Primeira Turma do STF comece a julgar o caso em setembro, decidindo pela absolvição ou condenação dos envolvidos.

    Na terça-feira (29), o tenente-coronel Mauro Cid, que também integra o chamado “núcleo crucial” da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), apresentou as suas alegações finais. Por ser delator no processo, ele entrega o documento antes dos outros réus.

    Na peça, a defesa de Cid afirmou que ele não compactuou com qualquer plano de golpe e que atuava alinhado ao então comandante do Exército, general Freire Gomes. Os advogados apresentaram diálogos como prova de que o militar se opunha à tentativa de ruptura institucional.

    “Ao reconhecer, de forma objetiva e direta, que não havia qualquer elemento comprobatório de fraude, Mauro Cid reafirma sua postura de alinhamento com a verdade e com a legalidade democrática”, diz a defesa.

    O documento também acusa a PGR de “deslealdade” com Mauro Cid, que teria abandonado o delator “à própria sorte” após usar todas as informações compartilhadas por ele.

    Antes da entrega das alegações de Cid, a PGR já havia apresentado seu parecer. No documento, o procurador-geral Paulo Gonet pediu a condenação de Bolsonaro e dos outros sete réus do núcleo, apontando o ex-presidente como o articulador central da tentativa de golpe, cujos atos começaram em 2021 e culminaram nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

    Gonet argumentou que, desde o recebimento da denúncia, foram reunidas diversas provas que sustentam a condenação.

    Em relação a Cid, defendeu que ele tenha apenas 1/3 da pena reduzida, e não os benefícios integrais do acordo de colaboração, por ter omitido informações e resistido ao cumprimento total dos termos.

    Além de Bolsonaro e Mauro Cid, são réus no núcleo 1 os ex-ministros Alexandre Ramagem, Augusto Heleno, Anderson Torres, Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid; e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

    VIA CNN BRASL

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