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    Amazonas

    Cardiologista orienta sobre os hábitos que podem contribuir para o controle da Hipertensão

    28 de abril de 2017
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    A hipertensão é hoje um grave problema de saúde pública no mundo. A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) estima que uma, a cada quatro pessoas adultas, sofra de pressão alta no país. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

    A cardiologista da Unimed Manaus, Cristina Ballut, chama a atenção para o problema e diz que a correria da vida moderna, com diversas atividades para dar conta, fez com que as pessoas abandonassem alguns hábitos que são muito importantes para o controle e prevenção da hipertensão.

    @kleiton.renzo

    De acordo com a médica, antigamente era comum que as pessoas fizessem as refeições em casa e, com isso, não consumiam tantos alimentos industrializados, que são ricos em sal e gordura. Hoje, com o trânsito cada vez mais congestionado e a rotina intensa do trabalho, muitos acabam optando por restaurantes próximos ou lanches rápidos.

    Outro hábito que se perdeu com o tempo foi o de se exercitar. “Antes, com menos carros nas cidades, as pessoas caminhavam mais, mesmo que fosse fazendo o percurso até o trabalho ou à escola, e brincavam com as crianças em parques e praças”, destacou.

    A cardiologista ressalta que é preciso resgatar os bons hábitos de saúde no mundo, para que se consiga reduzir o número de hipertensos. Ela explica que a hipertensão é caracterizada pelo aumento da pressão sanguínea, que faz com que o coração precise fazer mais força para conseguir bombear o sangue para o corpo. A doença também tem influência de fatores genéticos, mas é possível controlá-los.

    A médica chama atenção para o fato de que mudar os hábitos que vêm sendo mantidos durante toda uma vida não é tarefa fácil, mas é possível. A orientação é optar por alimentos naturais, como frutas e verduras, evitar os produtos industrializados, como salsicha e calabresa, praticar caminhada duas ou três vezes por semana ou qualquer atividade física que goste, além de reservar um tempo para o lazer. “Se a pessoa começar a seguir essas dicas, aos poucos, com o tempo, já estará acostumada”, afirmou.

    As pessoas que já possuem diagnóstico de hipertensão devem procurar o médico cardiologista com regularidade. A médica lembra que a pressão alta é uma doença silenciosa e que, na maioria dos casos, não apresenta sintomas. “Quando os sintomas surgem, como tontura e sudorese, é porque o coração já está bastante sobrecarregado”, frisou.

    Procurar um médico também é importante. “Às vezes a pessoa acha que tem pressão baixa e aí segue a orientação de vizinhos e amigos para colocar sal debaixo da língua, quando, na verdade, ela está hipertensa. É preciso tomar cuidado e nunca se automedicar”, orientou.

    Projeto – A Unimed Manaus lançou este mês o programa Viver Bem, que visa à promoção, prevenção e o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas. O programa, inicialmente, abrange quatro projetos: “Doce Conviver”, voltado para pacientes diabéticos; “UniCoração”, que atende aos hipertensos; “UniFit”, com foco nas pessoas obesas; e “Bem Gestar”, que atua na prevenção de doenças no período da gravidez e incentivo ao pré-natal.

    O programa é formado por equipes multidisciplinares, compostas por médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e assistentes sociais, disponíveis para atender os beneficiários que já possuem alguma doença crônica ou que desejam passar a adotar hábitos mais saudáveis. A Unimed também está mapeando, entre os beneficiários do plano de saúde, as pessoas que possuem risco de desenvolver uma dessas doenças, para atuar na prevenção e monitoramento.

    O atendimento aos pacientes é desenvolvido de forma individual e também com atividades educacionais em grupo. O programa Viver Bem trabalha, ainda, com as pessoas que convivem com os pacientes no ambiente familiar e de trabalho. “Nós buscamos identificar quais são os hábitos, não só do paciente, como também das pessoas próximas, porque não adianta incentivar a alimentação saudável, se em casa a comida é feita com excesso de açúcar e gordura”, ressalta.

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