Close Menu
RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Home»Amazônia»Deputados do Pará aparecem em planilha de valores apreendida durante ação da PF; saiba quem são
    PF
    Operação da PF apreende R$ 500 mil em Belém e documento menciona deputados do Pará em possível esquema investigado. (Foto/Divulgação)
    Amazônia

    Deputados do Pará aparecem em planilha de valores apreendida durante ação da PF; saiba quem são

    19 de março de 2026
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email

    Os nomes de ao menos quatro deputados federais do Pará aparecem em um documento apreendido pela Polícia Federal durante operação realizada nesta segunda-feira, em Belém, que resultou na apreensão de R$ 500 mil em dinheiro vivo e na prisão em flagrante de três pessoas — entre elas, um servidor da Casa Civil do governo paraense.

    Ao lado dos nomes dos parlamentares, todos ligados ao governador Helder Barbalho, constam valores que variam de R$ 100 mil a R$ 538 mil. Não há, no entanto, indicação a que tais quantias se referem.

    @kleiton.renzo

    Os deputados citados no material apreendido são: Raimundo Santos (PSD), Henderson Pinto (MDB), Keniston Braga (MDB) e Olival Marques (MDB). A maior quantia aparece vinculada a Raimundo Santos, com R$ 538 mil. Para Henderson Pinto, o valor indicado é de R$ 485 mil, enquanto Olival Marques e Keniston Braga surgem ao lado de montantes da ordem de R$ 139 mil e R$ 100 mil, respectivamente.

    O documento, escrito à mão, também menciona órgãos como a Setur (Secretaria de Turismo), e municípios como Bagre, Curralinho, Bujaru e Muaná, todos associados a valores.

    Apesar de citados no rascunho, os deputados não constam no relatório da PF ao qual a coluna teve acesso. Até o momento, não há informações se eles são investigados.

    À coluna, Keniston afirmou que “ficou surpreso com a notícia de que seu nome teria aparecido em uma ‘planilha de valores’ apreendida pela PF” e disse que “desconhece o fato e muito menos os presos”. Ele acrescentou ainda que vai solicitar esclarecimentos à PF para que seja feita uma rigorosa investigação a fim de esclarecer como o seu nome foi parar nessa tal planilha.

    Já Raimundo Santos disse que achou “muito estranha a citação da existência de uma ‘planilha’ com referências específicas, nominais, a deputados que, conforme noticiaram, teriam feito emendas para eventos no Pará”. Disse ainda que “sequer apresentei qualquer emenda parlamentar para eventos culturais em nosso Estado”.

    A coluna também questionou Olival e Henderson, mas não obteve retorno até esta publicação. O espaço segue aberto.

    Na operação, a PF prendeu em flagrante o empresário Felipe Linhares Paes, Ronaldy Rian Moreira Gomes e Michel Silva Ribeiro após identificar um saque de R$ 500 mil em espécie em uma agência do Banco do Brasil. Ronaldy, responsável pela retirada, seguiu até um carro blindado onde Felipe o aguardava. Durante a abordagem, o empresário tentou fugir e apontou uma arma contra os agentes, mas foi contido após disparo de advertência.

    Segundo a investigação, Ronaldy confessou atuar como “laranja”, recebendo cerca de R$ 3 mil mensais para figurar como sócio de uma empresa controlada por Felipe. A PF aponta indícios de um esquema estruturado de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, com uso de terceiros para movimentação de recursos. A empresa investigada mantém contratos que somam cerca de R$ 3,8 milhões com a Fundação Cultural do Pará, firmados por inexigibilidade de licitação.

    A presença de Michel Silva Ribeiro, servidor da Casa Civil do Estado, no veículo levantou suspeitas de possível envolvimento com agentes públicos. Para a PF, há indícios de crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, além de resistência à prisão e porte ilegal de arma. A investigação também aponta possível ligação dos valores a fontes ilícitas, incluindo pessoas investigadas por tráfico de drogas.

    VIA PORTAL PODER NACIONAL

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Propaganda eleitoral antecipada é punível mesmo sem pedido explícito de voto, define TSE

    STJ nega habeas corpus e mantém prisão de ex-assessora do prefeito de Manaus ligada à facção

    TCE suspende contratos da Prefeitura de Tabatinga (AM) após representação contra licitações milionárias

    Redação Amazônia
    Hostinger
    Apoie o RDA
    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.