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    Home»Amazonas»Durante pandemia, pesca esportiva no AM teve queda de quase 40%
    Foto: Divulgação
    Amazonas

    Durante pandemia, pesca esportiva no AM teve queda de quase 40%

    27 de março de 2021
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    Com a chegada da pandemia do coronavírus no Amazonas, diversos setores esportivos no Estado foram afetados e tiveram suas atividades suspensas. Dentre as modalidades está a pesca esportiva, que é popular em bacias naturais e rios do interior. De acordo com o Governo do Amazonas, a baixa na modalidade foi de quase 40% durante a pandemia no ano passado. A maioria dos esportistas estrangeiros e brasileiros, apesar da temporada ser mantida, preferiu adiar os planos de visitar o estado.

    O Portal Amazonas1 conversou com alguns dos pescadores esportivos para uma análise sobre as perspectivas do mercado e os impactos da doença ao setor.

    @kleiton.renzo

    Para o contador Daniel Fonseca, praticante do esporte há mais de 10 anos, muita coisa mudou nos últimos anos. Antes da pandemia se alastrar no Amazonas, segundo ele, o setor esportivo já vinha ganhando vantagens. Para ele, uma das conquistas foi a geração de renda que a pesca esportiva estava trazendo ao Amazonas.

    “Pescar em áreas ambientais é um grande salto na pesca esportiva em nosso país, gerando turismo, emprego direto para ribeirinhos e preservação”, diz o pescador profissional. Daniel é morador de Manaus, mas possui residência também em Balbina, lugar onde sempre tenta exercer atividades no ramo da pesca.

    Além dele, quem veio ao Amazonas para uma excursão em pesca foi o economista Herbert Vianna. Ele atua na pesca esportiva há 15 anos. O pescador de Santa Catarina revelou ao Amazonas1 que veio ao Estado pela primeira vez em meados de março de 2020, quando a pandemia ainda iniciava por aqui.

    “Posso dizer com todas as letras que a experiência foi incrível e única. Agora é uma pena eu ter iniciado minha expedição pelo Norte justamente quando a pandemia iniciava no Amazonas. Graças a Deus, eu consegui retornar pouco antes do grande surto atingir o Estado”, disse o economista.

    Números da pesca esportiva

    Durante o mês de setembro, mesmo em meio à pandemia de covid-19, o governo do Estado chegou a anunciar a abertura da temporada de Pesca Esportiva da Calha do Rio Negro. A medida fez parte do programa ‘Amazone-se’, lançado naquele mês, para retomada das atividades turísticas no estado. Entretanto, a segunda onda da Covid-19 chegou e com ela decretos emergenciais que intimidaram os praticantes da modalidade.

    Ao Amazonas1, a secretaria de comunicação do estado confirmou uma queda em mais de 30% no número de turistas à procura de pesca esportiva no estado e esclareceu o porquê da abertura da temporada, mesmo o estado enfrentado a pandemia.

    “A temporada de pesca, de março a setembro, teve uma queda significativa em torno de 30% a 40%. Houve cancelamento de pacotes, principalmente, de turistas estrangeiros. Os turistas nacionais, em sua maioria, preferiu remarcar para a próxima temporada, isso deu uma sobrevida ao setor”, declaram em nota.

    O governo do estado também esclarece em nota que a temporada foi aberta pela natureza das viagens turísticas ao Amazonas. A maioria foi de voos fretados e particulares.

    “Por não ser um turismo de aglomeração, muito pelo contrário, não houve proibição por parte do governo do Estado. E isso ajudou muito. Os turistas desse segmento, geralmente, chegam ao destino em voos fretados não oferecendo risco à comunidade. Além disso, houve testagem regular em todos os operadores”, diz a nota.

    Ainda no interior do estado, a Associação Barcelense de Operadores de Turismo (Abot), que também reúne pescadores licenciados de todo o estado, explica que o cenário da pesca durante a pandemia rendeu a perda de quase 100% no número de visitas de praticantes estrangeiros. Para os brasileiros, a associação diz ter notado a perca de 40%.

    “Se não fosse dois americanos e um canadense, teríamos registrado a perca de 100% no número de visitantes estrangeiros. Acredito que se a pandemia não tivesse pegado com tanta força o estado, poderíamos ter um registro melhor. Já no plano estadual e do resto do Brasil, tivemos uma redução de 40% na visita e, de certa forma, isso foi o que deixou o setor vivo”, diz Ian Arthur, representante da associação.

    Conteúdo Agência AM1

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