MANAUS – Com o surgimento das variantes do novo coronavírus uma das maiores dúvida de médicos, pesquisadores e pessoas em geral é sobre a eficácia das vacinas, já produzidas, contra as infecções causadas por essas mutações.
Amostras da P.1, como é chamada a variante brasileira, foram enviadas do Amazonas para a sede carioca da fundação e, lá, o vírus foi isolado para os testes. “Precisávamos isolar o vírus e esse processo biológico não tem como ser apressado. Já conseguimos começaram os ensaios nas amostras de pessoas que foram infectadas e das que tomaram a vacina Oxford/AztraZeneca. Em duas semanas teremos as primeiras respostas desse estudo”, conta Naveca.
Os pesquisadores vão aplicar a variante no soro das amostras que estão guardadas na Fiocruz e será verificado se os anticorpos produzidos neutralizam ou não a mutação.


