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    Home»Amazonas»Fim da força-tarefa da Lava Jato poderá deixar Braga sem acusações
    Amazonas

    Fim da força-tarefa da Lava Jato poderá deixar Braga sem acusações

    6 de fevereiro de 2021
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    O senador Eduardo Braga (MDB-AM) pode sair sem nenhuma ranhura com o fim da força-tarefa da Lava Jato, determinado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, no último dia 1º de fevereiro, mesmo depois de ele haver determinado que o grupo continuaria trabalhando na configuração atual até outubro deste ano.

    O nome de Braga apareceu pela primeira vez na Lava Jato, após delação feita por Arnaldo Cumplido de Souza e Silva. O senador é suspeito de ter recebido R$ 1 milhão em pagamentos indevidos da empresa Odebrecht, quando era governador do Amazonas.

    @kleiton.renzo

    Ainda segundo Arnaldo na ocasião da delação, o senador amazonense participou do acordo com a empresa, que na época executava a construção da ponte Phelippe Daou, mais conhecida como ponte Rio Negro.

    O processo que já vem caminhando de forma demorada desde sua abertura, pode deixar Braga em situação “confortável”, uma vez que os procuradores serão incorporados ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF paranaense, e as investigações acontecerão de forma mais demorada, sem a força-tarefa.

    Mais acusações

    O senador também é investigado em outros processos da Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na PGR, Braga é investigativo por “caixa 3” nas eleições de 2012, quando a então senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) foi candidata à Prefeitura de Manaus, como um desdobramento da Operação Lava Jato.

    Já no STF, ele é alvo de inquérito sigiloso que apura o repasse de R$ 43,6 milhões da empresa JBS a políticos do MDB na campanha de 2014, quando Braga pleiteou  o retorno para a cadeira de governador do Amazonas.

    Na ocasião, a defesa do senador negou qualquer irregularidades.

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