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    Home»Amazonas»Funcionários fantasmas no gabinete da deputada Mayara Pinheiro na mira do TCE-AM
    Amazonas

    Funcionários fantasmas no gabinete da deputada Mayara Pinheiro na mira do TCE-AM

    12 de julho de 2021
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    A deputada estadual Mayara Pinheiro (PP) entrou na mira do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE) por suspeita de um esquema de funcionários fantasmas em seu gabinete, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Segundo a denúncia, pelo menos nove pessoas – entre parentes e empregados da parlamentar – recebem dinheiro público sem nunca terem pisado na Casa Legislativa.

    Na lista dos suspeitos estão a sogra de Mayara, a advogada Maria do Rosário Lima das Chagas; as ex-madrastas da deputada, Neide Maria Freire da Silva e Vivian Silva da Costa, além da atual madrasta da parlamentar, Sascha Thaís Cavalcante de Almeida e até a babá da filha dela, Déborah Feitosa Martins.

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    Outros parentes de Mayara também suspostamente estão na lista de pagamento: a tia da deputada, Thiaury Joaquina Amaral Pinheiro; o tio da madrasta dela, Manuel Jamil Cavalcante; o primo Guillermo Alfonso Galindo Cardenas Nieto, e Sabrina Martins Mamed.

    “Com tal conduta ilícita, os representados cometeram ato de improbidade administrativa que, ao mesmo tempo, importa enriquecimento ilícito e atenta contra os princípios da Administração Pública, conforme previsão dos artigos 9º e 11 da referida Lei 8.429/92”, diz trecho da denúncia.

    O documento cita, ainda, o caso dos servidores Rosemary Cunha Martins e Ryan Gabriel Silva que ocupavam cargos comissionados no gabinete da deputada até maio deste ano. Essa denúncia foi apresentada no Ministério Público do Amazonas (MP-AM), onde apontou que os assessores moravam em Portugal e em Toronto, no Canadá.

    Rosemary é ex-esposa do ex-prefeito de Coari Adail Pinheiro e Ryan, esposo da irmã da deputada. Eles foram exonerados dos seus respectivos cargos na Casa Legislativa, após o caso vir à tona.

    Leia mais: Supostos ‘funcionários fantasmas’ de Mayara Pinheiro receberam R$ 14 mil fora do Brasil

    Diante dos indícios de irregularidades nesta nova denúncia, o autor do processo requer, liminarmente, o imediato afastamento dos citados, bem como a suspensão dos pagamentos. Também pede que eles sejam obrigados a devolver o que já receberam em valores atualizados e que sejam condenados por improbidade administrativa.

    A informação consta na representação aceita pelo presidente do TCE, Mário de Mello, contra a deputada Mayara Pinheiro. Agora, a conselheira Yara Lins vai analisar se afastará ou não os funcionários citados no documento.

    A reportagem do Portal AM1 não conseguiu contato com a assessoria da deputada Mayara Pinheiro, todavia, o espaço segue aberto.

     

    *Conteúdo Agência AM1

     

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