O Grupo Atem, dono da Ream Participações, empresa responsável pela gestão da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), afirmou que não seguirá a nova política de preços da Petrobras e manterá a paridade internacional como referência para precificar a sua distribuição de gasolina, diesel e gás no Amazonas.
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Na terça-feira (16), a Petrobras anunciou o fim da paridade de preços da gasolina e do diesel com o mercado internacional. Com a mudança, a Petrobras afirma que manterá: preços competitivos por polo de venda; participação ótima da Petrobras no mercado; otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.

Mercado Local
Por sua vez, a Ream, afirmou em nota logo após a Petrobras, que sua política de preços é independente no mercado local desde que comprou a Refinaria de Manaus (Reman) em dezembro de 2022.
“São critérios objetivos e transparentes que seguem o preço de paridade internacional, que hoje melhor reflete os custos de produção da refinaria, ajustados e divulgados aos distribuidores semanalmente, conforme variações dos preços do petróleo e seus derivados no mercado internacional, além de alterações do câmbio e dos custos de frete do petróleo e insumos para a região”, diz trecho da nota.
Em seguida a Ream afirma que sua política de preços no Amazonas seguirá atrelada ao mercado internacional. E que essa decisão “não define o preço final dos combustíveis para distribuidoras e postos” onde atua.
Leia nota abaixo:
“A Ream informa que aplica sua política de preços independente desde a aquisição da refinaria em dezembro do ano passado.
São critérios objetivos e transparentes que seguem o preço de paridade internacional, que hoje melhor reflete os custos de produção da refinaria, ajustados e divulgados aos distribuidores semanalmente, conforme variações dos preços do petróleo e seus derivados no mercado internacional, além de alterações do câmbio e dos custos de frete do petróleo e insumos para a região.
Só este ano, a Ream já anunciou 12 reduções no preço da gasolina, sendo quatro delas consecutivas de abril a maio. A nova política de preços da estatal, portanto, em nada interfere na composição de preços da Ream, que também não define o preço final dos combustíveis para distribuidoras e postos.“


