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    Home»Amazonas»José Melo: ‘eu ia me matar’
    Amazonas

    José Melo: ‘eu ia me matar’

    9 de novembro de 2021
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    Pré-candidato ao cargo de deputado estadual na eleição de 2022 no Amazonas, o ex-governador José Melo relembrou os escândalos envolvendo seu nome em 2017 e como a investigação afetou sua saúde mental. As declarações do ex-governador foram feitas durante entrevista à TV Tiradentes nesta segunda-feira (8).

    José Melo e sua esposa Edilene Gomes se tornaram alvos de prisão na Operação Estado de Emergência, segunda fase da Operação Manaus Caminhos organizada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF). Na operação, José Melo foi investigado devido ao suposto desvio de R$ 104 milhões da Saúde do Amazonas.

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    Após o pagamento de fiança, José Melo e Edilene deixaram a prisão em abril de 2018. Um imóvel de propriedade de Edilene localizado na Zona Norte de Manaus avaliado no valor de R$ 350 mil e R$ 31,6 mil em dinheiro foram utilizados para arcar com a fiança de R$ 381,6 mil concedida ao casal pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

    Agora, apto a voltar aos cargos públicos José Melo decidiu contar sobre suas expectativas para o pleito eleitoral do ano que vem e aproveitou a oportunidade para esclarecer como a repercussão de sua prisão afetou sua vida na época.

    Melo disse que com tantas notícias envolvendo seu nome e a revolta da população pensou em tirar sua vida, mas acabou mudando de ideia com a chegada de uma criança recém-nascida em seu lar.

    O ex-governador disse que o pensamento em tirar a própria vida se deu após ele ter sido chamado de “ladrão” em uma agência bancária. Na ocasião, Melo estava tentando abrir uma conta bancária no Banco do Brasil.

    “Fui ao Banco do Brasil para abrir uma nova conta. Ao subir as escadas do Banco do Brasil, uma pessoa disse assim: “E aí, Zé Melo, Ladrão da Saúde. Está indo botar os milhões que tu roubaste?”. Eu me virei para falar com essa pessoa. (A pessoa estava) em um carro, ele arrancou e foi embora. Voltei para casa e não conseguia dormir”, disse Melo.

    O pré-candidato contou ainda que escreveu uma carta de suicídio onde relatava situações que macaram sua vida política e alianças.

    “Desci para o escritório. Escrevi 110 laudas até as cinco da manhã. Hoje, sei que Deus existe e o diabo também. Naquelas 110 laudas estava toda a história da minha vida e de todos os políticos com quem eu convivi. Uma herança maldita para os meus filhos e para mim, do ponto de vista espiritual, pois eu iria para o inferno. Ia me matar”, completou Melo.

    No momento em que cometeria suicídio, Melo foi abordado por Edilene que a sobrinha recém-nascida do casal precisaria passar um tempo em sua casa, pois a mãe da criança tinha passado por complicações após o parto.

    “Onze da manhã a Edilene me acorda e disse: a minha irmã teve uma filha, abriu os pontos dela e a criança vem para cá. E ela veio. E eu tinha colocado aquilo que eu tinha escrito dentro de uma gaveta para no dia seguinte dar o destino. Aí eu me apeguei à criança. Esqueci daquilo”, afirmou Melo.

    De acordo com o ex-governador, a carta foi encontrada por ele alguns dias depois da chegada da sobrinha. “Eu rasguei porque conheci Deus. Eu fui salvo por aquela criança. Quando ela chegou, eu a vi e a peguei. Esse documento passou 30 dias na minha gaveta sem eu me lembrar que tinha escrito”, disse Melo.

    Agora, Melo garantiu que não pensa em cometer suicídio e está dedicado a retormar a carreira política, após a prisão.

    Segundo o ex-governador, sua bandeira é a defesa de novas matrizes econômicas ambientais para o Estado do Amazonas e que deve continuar filiado ao Pros para as eleições do ano que vem, partido pelo qual venceu a disputa de 2014.

    *Conteúdo Agência AM1

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