Close Menu
RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram TikTok
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Perfumes Árabes
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Perfumes Árabes
    RDA · Redação Amazônia
    Home»Amazonas»Justiça prorroga afastamento de ex-diretores da Amazonprev em investigação sobre Banco Master
    Justiça
    Justiça prorroga por 90 dias o afastamento de dois ex-diretores da Amazonprev investigados na Operação Sine Consensu. (Foto/Divulgação)
    Amazonas

    Justiça prorroga afastamento de ex-diretores da Amazonprev em investigação sobre Banco Master

    18 de setembro de 2026
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email
    Perfumes Árabes

    MANAUS — A juíza Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, da Justiça Federal do Amazonas, prorrogou por mais 90 dias o afastamento de Claudinei Soares e André Luís Bentes de Souza, ex-diretores da Amazonprev investigados na Operação Sine Consensu (“Sem Consentimento”, em latim). A investigação apura aplicações consideradas suspeitas de recursos da previdência estadual, entre elas um aporte de R$ 50 milhões no Banco Master. A decisão foi assinada nesta quarta-feira (17).

    A prorrogação não alcançou Cláudio Marins de Melo, ex-diretor de Administração e Finanças da fundação, que também foi alvo da operação. Conforme a Amazonprev informou à Justiça, ele foi exonerado do cargo em 3 de julho de 2024.

    @kleitonrenzo

    Por esse motivo, a magistrada considerou prejudicado, por ora, o pedido de renovação do afastamento de Cláudio. A medida poderá ser reavaliada caso a Polícia Federal demonstre concretamente a necessidade de aplicação da cautelar ao ex-diretor.

    A juíza também determinou que a Amazonprev apresente documentos que comprovem a data da exoneração e esclareçam as circunstâncias do desligamento de Cláudio. A providência havia sido solicitada pelo Ministério Público Federal.

    No caso de Claudinei e André, a magistrada acolheu pedido da Polícia Federal para a renovação do afastamento. O MPF também se manifestou favoravelmente à prorrogação da medida.

    Segundo a PF, ainda estão pendentes diligências consideradas essenciais para o avanço das investigações, entre elas a análise técnica, pela Diretoria Técnico-Científica da Polícia Federal, em Brasília, dos materiais apreendidos durante a operação.

    Os investigadores também trabalham na reconstrução da cadeia de decisões que resultou nas aplicações financeiras sob suspeita. A apuração busca identificar os responsáveis pela autorização, execução e intermediação das operações e verificar a regularidade dos procedimentos administrativos e das normas adotadas no âmbito da Amazonprev.

    A PF alegou ainda que o retorno dos investigados às atividades poderia permitir o acesso a documentos, sistemas internos e servidores diretamente relacionados ao objeto da investigação.

    Na decisão, Ana Paula afirmou que o acesso privilegiado dos investigados a essas informações poderia comprometer a coleta de provas do inquérito e até de outras investigações que eventualmente sejam abertas a partir dos fatos já identificados.

    A magistrada também considerou o argumento do Ministério Público Federal de que o afastamento das funções é uma medida menos gravosa à liberdade dos investigados do que outras cautelares, como o monitoramento eletrônico ou a prisão.

    A renovação do afastamento de Claudinei e André terá duração de 90 dias, contados a partir do término do período anterior.

    De acordo com a Polícia Federal, a Amazonprev aplicou R$ 390 milhões em letras financeiras de instituições privadas em desacordo com normas de governança e regras federais que disciplinam os investimentos de recursos previdenciários. A investigação também aponta indícios de irregularidades em procedimentos internos da fundação.

    Claudinei Soares é ex-gestor de recursos e coordenador do Comitê de Investimentos. André Luis Bentes de Souza é ex-diretor de Previdência.

    A PF afirma ainda que os três ex-diretores receberam R$ 620,1 mil de uma empresa sediada em Niterói (RJ), também investigada. Segundo os investigadores, as transferências ocorreram entre junho e dezembro de 2024, período em que foram realizadas as operações financeiras sob suspeita.

    Para a polícia, há indícios de que os pagamentos tenham sido feitos como contrapartida aos investimentos considerados irregulares, entre eles a aplicação de R$ 50 milhões no Banco Master, atualmente em liquidação extrajudicial.

    Na decisão que autorizou mandados de busca e apreensão contra os investigados, a juíza Ana Paula Serizawa, da 4ª Vara Federal Criminal do Amazonas, afirmou que as movimentações financeiras entre a empresa e os ex-gestores foram atípicas, “sem justificativa aparente”, e apresentam “indícios de cometimento do crime de corrupção”.

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Lula anuncia reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição

    Justiça manda limitar participação de Renato Júnior na propaganda eleitoral de David

    Renato Junior fecha empréstimo de R$ 620 milhões e dívida ficará por 10 anos

    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram TikTok
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.