O jornalista Lauro Jardim, publica em sua coluna no jornal O Globo, que o presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, foi punido com a perda do cargo pela 2ª Vara de Fazenda Pública do Amazonas por se beneficiar indevidamente de recursos do Sesc enquanto comandava a Fecomércio no estado, entre 1986 e 2018.
Assinada pelo juiz Leoney Harraquian na quarta-feira, a decisão determina que, além de deixar as funções, Tadros tenha os direitos políticos suspensos por dez anos. Ele também deve permanecer proibido, pelo mesmo período, de firmar contratos com o poder público. O Sesc, como outras instituições do Sistema S, opera com contribuições fiscais repassados pelo governo federal.
Tadros também será obrigado a fazer o ressarcimento de R$ 7,2 milhões dos quais se apropriou, no entendimento do Judiciário. O Ministério Público comprovou que, sob a gestão de Tadros, o Sesc amazonense alugou por R$ 18 mil mensais um imóvel pertencente ao próprio presidente, que ao mesmo tempo foi locador e locatário de um contrato firmado em 2015.
Por causa do episódio, há um ano, as contas dele e de sua secretária-geral na CNC, Simone de Souza Guimarães, foram bloqueadas pela Justiça. O mesmo aconteceu com a empresa Tropical Comércios de Derivados de Petróleo, fundada em 1987 por Tadros, sua mãe e sua esposa à época.
Leia matéria completa na coluna de Lauro Jardim, nO Globo


