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    Home»Capa3»Ligação clandestina de água pode ter contribuído para deslizamento que soterrou família em Manaus, diz Defesa Civil
    deslizamento
    Segundo a prefeitura, as famílias afetadas devem receber Auxílio Aluguel no valor de R$ 600 e outros benefícios, incluindo cestas básicas, colchões e kits de higiene e limpeza. (Arthur Castro/Secom)
    Capa3

    Ligação clandestina de água pode ter contribuído para deslizamento que soterrou família em Manaus, diz Defesa Civil

    20 de janeiro de 2025
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    O prefeito em exercício de Manaus, Renato Junior, esteve no local onde uma família foi soterrada após um deslizamento de terra e atribuiu o desastre a uma ligação clandestina de água na rua Macapá, que comprometeu a encosta do barranco. No entanto, o prefeito ressaltou que será necessário aguardar o laudo oficial da Defesa Civil, que deve apontar as causas do incidente.

    O deslizamento ocorreu na manhã deste domingo (19), na rua 9 do conjunto Hileia, no bairro Redenção, Zona Centro-Oeste. Dois irmãos foram socorridos com vida, enquanto pai e filha continuam desaparecidos sob os escombros, segundo os bombeiros.

    @kleiton.renzo
    Renato Junior explicou que, conforme avaliação técnica da Defesa Civil, o perímetro afetado pelo deslizamento é considerado de risco para moradias e, devido à ligação clandestina de água, uma infiltração sobrecarregou a encosta. Moradores da região relataram à prefeitura que a rede clandestina estava com vazamento há meses.

    “Hoje, o que ocorreu não foi causado apenas pela ocupação irregular da área. Houve também uma ligação clandestina de água na rua de cima, que provocou uma infiltração significativa e levou ao desmoronamento sobre as casas. Não foi apenas a erosão, mas sim essa ligação irregular que causou o desastre. Já temos as imagens da Defesa Civil e vamos aguardar o laudo oficial”, disse Renato Junior.

    Engenheiros da Secretaria de Infraestrutura (Seminf) alegaram que as moradias foram construídas em área de risco e que na área não há rede de drenagem profunda instalada e que a rede de drenagem superficial está em pleno funcionamento.

    Para o secretário-executivo da Defesa Civil de Manaus, Gladiston da Silva, esse foi o principal motivo para o deslizamento.

    “Em contato com as famílias e com moradores da parte de cima desse barranco, eles informaram que uma conexão clandestina foi feita e estava vazando há meses. Esse foi o principal ponto de contribuição para que ocorresse o colapso desse barranco”.

    O g1 procurou a empresa Águas de Manaus e questionou se havia algum monitoramento prévio na área que identificasse problemas, como possíveis ligações irregulares de água. No entanto, por meio de nota, a concessionária apenas lamentou o ocorrido e informou que está dando total apoio à Prefeitura nas ações no local.

    A prefeitura pontuou que equipes da Seminf estão trabalhando na proteção do talude, que perdeu toda a vegetação. Uma lona foi implantada na área para evitar que, em caso de novas chuvas, o solo seja sobrecarregado e novos deslizamentos ocorram. Além disso, maquinário está sendo utilizado nas buscas por Jeferson Araújo e sua filha Ester Amorim, de 8 anos.

    Outra equipe está atuando na limpeza e desobstrução da área para permitir o acesso de uma retroescavadeira e uma escavadeira hidráulica, que serão utilizadas nas buscas pelos desaparecidos, segundo a prefeitura.

    A Seminf também está atuando na iluminação da área, por meio da Unidade Gestora de Projetos de Energia (UGPM-Energia), que acompanha a concessionária Manaus Luz na instalação de projetores de LED para auxiliar o Corpo de Bombeiros nas buscas.

    O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) informou que 58 bombeiros, incluindo especialistas em resgate de estruturas colapsadas, salvamento e primeiros socorros, estão atuando no local do deslizamento. A operação também conta com equipes acompanhadas por cães de resgate.

    Outros feridos

    Além da família soterrada, o deslizamento de terra deixou outras pessoas feridas. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), até as 14h deste domingo, quatro vítimas haviam sido atendidas em unidades da rede pública.

    • Uma paciente de 13 anos recebeu atendimento no Hospital e Pronto-Socorro da Criança Zona Oeste, passou por consulta e exames, e foi liberada após alta médica.
    • Um menino de 6 anos foi atendido no Serviço de Pronto-Atendimento (SPA) José Lins e transferido para o Hospital e Pronto-Socorro da Criança Zona Sul, onde segue internado.
    • Um jovem de 19 anos foi encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, onde realiza exames.
    • Um paciente de 16 anos também está recebendo atendimento no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

    VIA G1 AMAZONAS

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