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    Home»Brasil»Lula sanciona lei que proíbe uso de animais em testes cosméticos
    Lula
    Brasil dá fim aos testes laboratoriais com animais em produtos de beleza. Descubra o que diz a nova lei sancionada por Lula e seus prazos. (Ricardo Stuckert/PR)
    Brasil

    Lula sanciona lei que proíbe uso de animais em testes cosméticos

    31 de julho de 2025
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    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (30) a lei que proíbe o uso de animais vivos em testes laboratoriais para o desenvolvimento de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. A aprovação da norma ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

    Lula classificou a iniciativa como uma lei que “defende a soberania animal”.

    @kleiton.renzo

    “As criaturas que têm como habitat natural o planeta Terra não vão ser mais cobaias de experiências nesse país”, afirmou.

    O texto sancionado havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no início de julho.

    De acordo com o governo federal, a partir da publicação da lei, as autoridades sanitárias terão um prazo de dois anos para implementar medidas que, entre outros pontos, assegurem o reconhecimento dos métodos alternativos e adotem um plano estratégico para garantir a disseminação desses métodos no território nacional, além de estabelecerem medidas de fiscalização do uso de informações oriundas de testes.

    A norma estabelece também que os produtos e ingredientes que tenham sido fabricados antes da vigência da lei poderão ser comercializados. Novos produtos obrigatoriamente não poderão mais testar em animais.

    A instituição da norma, segundo a ministra Marina Silva, representa um marco para o país, que avança no fortalecimento de uma convivência mais justa e equilibrada entre humanos, animais e meio ambiente, a exemplo do que já é realidade em outros países.

    “Quando nós aprendemos a proteger outras formas de vida e outras formas de existência, estamos demonstrando uma elevação em termos de humanidade”, enfatizou a ministra.

    VIA AGÊNCIA BRASIL

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