Nesta quarta-feira (27/10), a partir das 10h (horário de Brasília), acontecerá o Fórum Florestas Coletivas, evento gratuito, digital e aberto ao público com convidados que debaterão possibilidades de exploração madeireira de forma sustentável, a partir de parcerias entre comunidades e empresas do setor de base florestal.
Para participar do fórum, basta acessar o canal do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), no youtube https://youtu.be/YdNRIeU0cHw, ou pelo Facebook do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), https://pt-br.facebook.com/
Um dos principais objetivos do Fórum Florestas Coletivas é dialogar com lideranças comunitárias, governos, pesquisadores, empresas madeireiras e instituições que atuam pela conservação das florestas e pelo empoderamento comunitário por meio de economias sustentáveis. Durante o evento serão apresentados os resultados já obtidos com a exploração madeireira de forma sustentável em comunidades do Amazonas e Pará; soluções para as possibilidades do manejo florestal, como a parceria entre comunidades e empresas; e modelos de manejo comunitário; além de expectativas futuras para o setor.
A programação inclui um debate com especialistas e profissionais da área como o coordenador sênior de projetos do Imaflora, Marco Lentini, o gerente de Manejo e Tecnologias Florestais do Idesam, André Vianna, a consultora na área socioambiental do Idesam, Ana Violato Espada, e o representante do Observatório de Manejo Florestal Comunitário e Familiar (OMFCF), e analista socioambiental do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Alison Castilho.
Ana Violato Espada ressalta a importância de reunir as diferentes partes interessadas no assunto. “Com o fórum queremos mostrar como parcerias entre comunidades e empresas, bem pensadas e construídas podem beneficiar a comunidade com protagonismo local e geração de renda, contribuindo para a conservação da floresta em pé, uma causa muito importante para todos nós. Unir empresas, comunidades, governos nos diferentes níveis, institutos de pesquisas e instituições interessadas em atuar em iniciativas como essas fortalece o diálogo que tem tudo para trazer bons frutos”, afirma.


