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    Home»Amazonas»MP investiga fraude com cartão do auxílio-emergencial em Anamã
    Amazonas

    MP investiga fraude com cartão do auxílio-emergencial em Anamã

    15 de outubro de 2021
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    A denúncia do Portal Amazonas1 de possível esquema de desvio de cartões do auxílio-emergencial envolvendo parentes de vereadores e secretários da Prefeitura de Anamã, administrada por Chico do Belo (primeiro da foto da esquerda para a direita), filiado ao PSC, será alvo de investigação do Ministério Público do Estado (MPE). A informação foi confirmada pelo promotor de Justiça, Kepler Antony Neto (último à direita na foto), após repercussão da Operação Auxílio Reclusão que desarticulou esquema superior a meio milhão de reais em Presidente Figueiredo.

    “Já estamos investigando essa situação (desvio de cartões) sim. O caso envolve muitos nomes de parentes de secretários e vereadores e por isso demanda investigação complexa e aprofundada”, declarou o promotor de Anamã.

    @kleiton.renzo

    A operação em Presidente Figueiredo ocorreu no último dia 5 de outubro e resultou na prisão de três pessoas, entre elas, Thiago Almeida, irmão da então secretária municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc), Eleíta Almeida Santos. O trio é acusado de desviar mais de R$ 600 mil por meio da fraude nos cartões do auxílio emergencial.

    O caso veio à tona após denúncias anônimas relatarem que os cartões foram desviados da Semasc, da qual um dos suspeitos era funcionário, e trocados por dinheiro no comércio da cidade. O escândalo provocou a exoneração de Eleíta Almeida dos Santos e da secretária adjunta, Vanessa Assunção Franco Corrêa.

    A denúncia em Anamã segue esquema parecido. Por lá há forte suspeita de fraude no uso dos cartões do auxílio-emergencial no valor de R$ 300. O caso foi mostrado pelo Portal Amazonas1 em reportagem de julho deste ano.

    Segundo os denunciantes, parentes de vereadores e secretários da prefeitura sob administração de Chico do Belo, mesmo sem direito, receberam o cartão que deveriam ser distribuídos para famílias carentes e de baixa renda.

    No primeiro semestre de 2021, foram entregues 2.392 cartões no município de Anamã que chegam à quantia de R$ 717 mil.

    Grande Família

    Conforme apuração, a lista de contemplados divulgada pela Defesa Civil de Anamã mostrava os nomes de familiares do gerente do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) em Anamã, Eurico Paulo Barbosa (que aparece no meio da foto), e da irmã dele, Zelilde Pinheiro, eleita vereadora do município pelo partido Republicanos nas eleições de 2020.

    Entre eles, Dione Almeida Guedes que seria a esposa de Eurico e Elilce Barbosa, apontada como irmã dele. Outro nome é o de José Eduardo da Silva Pinheiro, que, conforme a denúncia, seria filho da vereadora Zelilde Barbosa.

    Além dele, a irmã dela e de Eurico, Kece Barbosa da Silva é mais uma da família que ganhou recurso do programa. Ela também seria servidora na Secretaria Municipal de Educação (Semed), em Anamã.

    Já o vereador Sarquis Bastos, do PSC, é outro parlamentar de Anamã que teve supostos parentes contemplados pelo auxílio. Entre eles, a própria mãe do político, Telma Barroso da Costa e as irmãs dele, Cirlene Cordeiro Bastos e Sirlange Cordeiro Bastos.

    Nem Madalena Maria Conegundes da Silva, que seria mãe da vereadora Jéssica Conegundes (Republicanos) ficou de fora. Ela recebeu cartão de R$ 300 reais.

    CONFIRA LISTA DE BENEFICIARIOS-DO-CARTAO-AUXILIO-ENCHENTE-2021-ANAMA

    Jessica, inclusive, foi alvo de um processo de inelegibilidade por parentesco com o prefeito de Anamã, Chico do Belo, do PSC. Ela foi acusada pelo MP Eleitoral de possuir união estável com o filho do prefeito Chico do Belo, o secretário de finanças da cidade, Ruam Bastos.

    O próprio Ruam e o prefeito Chico do Belo também foram denunciados pelo MP pela prática de nepotismo na prefeitura.

    Kepler Antony Neto disse ainda que há “outros casos e investigações em andamento” envolvendo a Prefeitura de Anamã, mas que não pode adiantar detalhes para não comprometer as investigações. “Quando tivermos informações mais aprofundadas informaremos”, finalizou o promotor.

    *Conteúdo Agência AM1

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