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    Home»Amazônia»Pavimentação da BR-319 pode gerar inundações, afirma geólogo da UFAM
    BR-319
    Pavimentação da BR-319 avança após acordo entre ministérios, mas especialistas alertam para riscos ambientais e geológicos. (Foto/Divulgação)
    Amazônia

    Pavimentação da BR-319 pode gerar inundações, afirma geólogo da UFAM

    10 de outubro de 2025
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    A pavimentação da BR-319, rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), avança após acordo entre os ministérios do Meio Ambiente e dos Transportes, anunciado em julho, e com a contratação de uma empresa responsável pelo estudo de gestão ambiental. Apesar da expectativa de melhorias na infraestrutura regional, especialistas alertam para os riscos ambientais e os desafios técnicos da obra.

    O geólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Lucindo Antunes Fernandes Filho, destacou que a pavimentação pode provocar enchentes e inundações, devido à baixa altimetria da região e à proximidade do nível da água subterrânea com a superfície. “Se não forem tomados os cuidados em relação às bacias hidrográficas e a manutenção dos cursos d’água, rios e igarapés, podem haver perdas econômicas associadas”, afirmou ao Informativo nº 70 do Observatório BR-319.

    @kleiton.renzo

    O especialista, que também é conselheiro titular do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA-AM), observou que o “trecho do meio” da rodovia apresenta um substrato geológico composto por rochas sedimentares cenozoicas, incoesas e porosas. A distância de fontes de agregados graúdos, somada às alterações do material rochoso por obras anteriores, adiciona complexidade à pavimentação e manutenção da estrada ao longo dos anos.

    Para Lucindo, o projeto precisa caracterizar detalhadamente o regime das águas superficiais e subterrâneas nas bacias hidrográficas envolvidas e executar o planejamento sem modificações que comprometam a sustentabilidade da obra. Desde que parte da BR-319 ficou sem manta asfáltica, o tráfego entre Manaus e Porto Velho diminuiu, e tentativas anteriores de repavimentação avançaram de forma tímida, sem garantias de sustentabilidade ambiental, econômica e social para as populações do entorno.

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