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    Home»Manaus»Prefeitura de Manaus intensificará busca por crianças e adolescentes com atraso no calendário vacinal
    Manaus

    Prefeitura de Manaus intensificará busca por crianças e adolescentes com atraso no calendário vacinal

    3 de agosto de 2022
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    A Prefeitura de Manaus irá intensificar a busca por crianças e adolescentes que estão com o calendário básico de vacinação incompleto, durante a realização da Campanha Nacional contra a Poliomielite e de Multivacinação, entre os dias 8 de agosto e 9 de setembro. A estratégia, promovida pelo Ministério da Saúde em todo o país, visa reverter o atual cenário de baixa cobertura vacinal e impedir o retorno de doenças imunopreveníveis já erradicadas.

    A oferta dos 18 imunizantes que compõem o calendário básico será reforçada nas 171 salas de vacinas da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), das 8h às 17h, e também em postos volantes que serão montados semanalmente nas unidades básicas de pequeno porte, conhecidas como “casinhas”. Todos os endereços estão disponíveis no site da Semsa (semsa.manaus.am.gov.br) e no link bit.ly/salasdevacinamanaus.

    @kleiton.renzo

    “A secretaria está trabalhando para buscar os jovens com esquema de vacinação incompleto, principalmente em relação ao imunizante contra a poliomielite, que tem como alvo as crianças menores de 5 anos de idade. Nossa meta é atingir 95% do público estimado de 141.139 crianças. Já na multivacinação, que inclui as demais vacinas, iremos trabalhar para alcançar o maior número possível de adolescentes de até 14 anos de idade”, informou a subsecretária de Gestão da Saúde, Aldeniza Araújo de Souza.

    Aldeniza explicou que as crianças e adolescentes devem estar acompanhados dos pais ou responsável, portando documento de identificação, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e o cartão de vacina.

    “O calor desse período do ano, por conta do acondicionamento das vacinas, e o número de imunizantes que temos que levar inviabilizam que a gente vá de casa em casa, mas para facilitar o acesso do público, iremos disponibilizar as vacinas em mais de 80 ‘casinhas’. Nossas equipes vão identificar o público com doses em atraso e vão encaminhá-lo a essas unidades, assim como esperamos que a população nos procure durante essa ação”, acrescentou Aldeniza.

    Nesta terça-feira, 2/8, a subsecretária Aldeniza Araújo, a diretora do Departamento de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Semsa, Marinélia Ferreira, e a gerente de Imunização da Semsa, Isabel Hernandez, se reuniram com gestores e vacinadores dos Distritos de Saúde (Disa) para alinhar os fluxos e ações que serão desenvolvidas na campanha.

    Proteção

    Segundo a diretora do Devae/Semsa, Marinélia Ferreira, a vacinação tem contribuído para o avanço na erradicação da poliomielite e na eliminação de doenças imunopreveníveis, como a rubéola e a Síndrome Rubéola Congênita (SRC). Apesar disso, a redução da cobertura vacinal observada nos últimos cinco anos contribuiu para a reintrodução do vírus do sarampo no Brasil e pode gerar o reaparecimento de outras doenças.

    “A baixa cobertura vacinal está acontecendo em nível nacional por diversas questões, como disseminação de fake news, e essa campanha visa resgatar a cobertura de todos os imunizantes ofertados pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Também observamos a questão da não adesão de pais jovens, que nunca viram essas doenças e, por isso, acham que não é mais necessário vacinar, porém esse é um entendimento errado, porque essas doenças podem sim retornar”, explicou Marinélia.

    A gerente de Imunização da Semsa, Isabel Hernandez, lembrou que o vírus da poliomielite já está circulando novamente em outros países, e uma cobertura vacinal de 95% é o que garante uma proteção mínima para a população. Seguindo recomendação do Ministério da Saúde, não é mais necessário nenhum intervalo entre as vacinas do calendário básico e a vacina contra a Covid-19.

    “A poliomielite é uma doença que deixa sequelas ou leva a óbito, e temos uma atenção especial voltada a ela por conta do aparecimento dela nas Américas. Precisamos ter um olhar diferenciado, porque desde 2017 a cobertura está muito baixa, então esse é o momento de resgatar essas crianças que não receberam vacina e deixá-las protegidas”, afirmou Isabel.

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