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    Home»Capa»Presença de Leo Dias no Réveillon de Manaus gera questionamentos sobre cachê pago pela prefeitura
    Manaus
    A presença de Leo Dias no Réveillon de Manaus gerou questionamentos sobre possível cachê pago pela prefeitura. (Reprodução/Portal LeoDias)
    Capa

    Presença de Leo Dias no Réveillon de Manaus gera questionamentos sobre cachê pago pela prefeitura

    2 de janeiro de 2026
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    MANAUS (AM) – Com salário de R$ 200 mil mensais na TV Band, o jornalista Leo Dias viajou até Manaus (AM) para fazer presença VIP no réveillon da capital amazonense organizado pelo prefeito da cidade, David Almeida (Avante). O evento de dois dias é tradicional na cidade, ocorrendo no Complexo Turístico da Ponta Negra, Zona Oeste. Procurada pela reportagem para esclarecer se houve contratação e qual foi o valor desembolsado, a prefeitura não respondeu até o fechamento desta edição.

    A presença de Leo Dias no Réveillon Manaus 2026 aconteceu na terça, 30 e quarta-feira, 31. No primeiro dia, ele fez a cobertura do Réveillon Gospel. Na virada do ano, esteve na programação da prefeitura aconteceu no mesmo espaço. Com quase 20 milhões de seguidores na rede social Instagram, Leo Dias publicou vídeos sobre os eventos, assim como uma matéria no site do qual é proprietário referente a uma entrevista com o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante).

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    Os conteúdos tiveram os seguintes títulos: “David Almeida, prefeito de Manaus, diz que Réveillon Gospel na cidade atende 44% da população” e “Shows, fogos e mais de 200 mil pessoas marcam o réveillon 2026 em Manaus“.

    A presença do jornalista do evento gerou repercussão nas redes sociais, com questionamentos sobre o valor do cachê pago pela Prefeitura de Manaus ao comunicador. Comentários como “O tanto de dinheiro que ele deve ter ganhado do nosso prefeito” e “A pergunta é: quanto isso custou aos cofres públicos?” dominaram as publicações relacionadas ao réveillon.

    Uma internauta na rede social X questionou se a participação do jornalista nos eventos ocorreu de forma gratuita ou mediante pagamento com recursos públicos. “O Leo Dias, dentre todos as festas pré-réveillon, com um bando de sub, blogs, celebridades que estão rolando no País, ele veio cobrir o réveillon gospel de Manaus por livre e espontânea vontade?“, disse.

    Outro criticou a falta de transparência da gestão municipal sobre cachês pagos ao comunicador e lembrou da presença do jornalista na cobertura do festival Sou Manaus 2025, evento que entrou na mira do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) e do Tribunal de Justiça do Estado (TJAM) por possíveis irregularidades na organização e execução.

    “A gente não sabe nem quanto o Leo Dias ganhou para divulgar o Sou Manaus, já que o prefeito David Almeida não deixa ninguém saber, e ele já voltou para ‘curtir’ o Réveillon Gospel. É pra isso que você paga os empréstimos“, pontuou.

    Um terceiro também levantou suspeitas sobre o custo da cobertura jornalística feita pelo apresentador em eventos da prefeitura. “E o Leo Dias (como quem não quer nada) cobrindo as festas do fim de ano da Prefeitura de Manaus? Quanto não deve ter saído essa brincadeira?“, também questionou o internauta.

    Também na rede social X, outra pessoa associou a presença do jornalista a um possível gasto excessivo do poder público. “Leo Dias falando que vem passar o réveillon aqui em Manaus, vai cobrir o evento às custa da prefeitura de novo? Se for, esse prefeito tem muita grana para torrar mesmo, né“, afirmou.

    TCE-AM e TJAM miram evento

    Em setembro deste ano, o TCE-AM começou a investigar possíveis irregularidades na organização e execução do festival Sou Manaus 2025, segundo informação publicada no Diário Oficial Eletrônico da Corte no dia 24 daquele mês.

    A decisão ocorreu após questionamentos sobre a falta de informações detalhadas sobre os gastos públicos com o evento nos portais de transparência da Prefeitura de Manaus e da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult). O processo foi aberto a partir de uma representação feita pelo vereador Coronel Rosses contra a Prefeitura de Manaus, o prefeito David Almeida e o diretor-presidente da Manauscult, Jender Lobato.

    Antes do TCE-AM, a Justiça do Amazonas determinou que a Prefeitura e a Manauscult publicasse, em até 15 dias a contar de 17 de setembro, todos os contratos, notas fiscais, ordens de pagamento e documentos do festival desde 2022. A decisão, do juiz Leoney Figliuolo Harraquian, previa multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento. A medida foi resultado de uma ação popular do vereador Coronel Rosses.

    VIA REVISTA CENARIUM

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