Professores da rede municipal retomaram, nesta segunda-feira, 17, as manifestações na Câmara Municipal de Manaus (CMM) contra o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 8/2025. O texto, encaminhado pela Prefeitura de Manaus e aprovado em primeira votação na semana passada, prevê mudanças nas regras de aposentadoria dos servidores públicos municipais.
A proposta, enviada pelo prefeito David Almeida (Avante) por meio da Manaus Previdência (Manausprev), eleva idade mínima e tempo de contribuição para aposentadoria e pensão dos servidores que ingressaram no serviço público após 31 de dezembro de 2003. Entre os trabalhadores da educação, o projeto passou a ser chamado de “PL da Morte”.
A mobilização desta segunda-feira ocorre após nova convocação do Asprom Sindical, que orientou a categoria a acompanhar a tramitação do PLC e pressionar os vereadores antes da segunda votação — que ainda não tem data definida. A entidade sindical afirma que o indicativo de greve já havia sido aprovado pela categoria no início de novembro.
“O Comando Geral de Greve do AspromSindical para a greve da Semed está convocando toda a categoria da Educação para ir lotar as galerias da Câmara de Vereadores para impedir que este Projeto NEFASTO seja votado e aprovado. A concentração começa às 8h. Contamos com você que não quer morrer trabalhando sem se aposentar! A luta continua!”, informou o sindicato em nota.


