Close Menu
RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Home»Capa3»Roda-gigante da Ponta Negra vira alvo de investigação do TCE-AM
    TCE
    TCE-AM abre investigação sobre possíveis irregularidades da gestão David Almeida na autorização da roda-gigante da Ponta Negra. (Fotos: Divulgação/Semcom)
    Capa3

    Roda-gigante da Ponta Negra vira alvo de investigação do TCE-AM

    26 de novembro de 2025
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email

    MANAUS (AM) – O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) abriu um processo para apurar suspeitas de irregularidades da gestão David Almeida (Avante) na autorização de exploração da roda-gigante da Ponta Negra, na zona Oeste de Manaus.

    A investigação foi instaurada após representação apresentada pelo vereador Rodrigo Guedes (Progressistas), que aponta possíveis falhas na autorização de uso do espaço público, ausência de licitação, falta de transparência, riscos à segurança e possível utilização de energia pública para fins privados.

    @kleiton.renzo

    Segundo o parlamentar, todo o processo que permitiu a operação da roda-gigante pela iniciativa privada ocorreu sem transparência e pode ter violado normas da administração pública.

    Aberto nesta terça-feira, 26/11, o processo terá como relator o conselheiro Érico Xavier Desterro.

    Empresa recém-criada e ausência de licitação

    A representação questiona especialmente a escolha da empresa J.P. Diversões Ltda., conhecida como Wheel Manaus, responsável pela exploração da roda-gigante.

    O vereador afirma que a empresa foi criada praticamente no mesmo período em que recebeu a autorização para operar e que teria começado a funcionar apenas dois dias após sua abertura, levantando dúvidas sobre capacidade técnica e financeira para gerenciar um equipamento de grande porte em área turística.

    Guedes também aponta a ausência de licitação, chamamento público ou qualquer procedimento competitivo na concessão.

    Em situações que envolvem uso comercial de áreas públicas, a lei exige processos transparentes que permitam a participação de outras empresas e garantam a escolha mais vantajosa ao município, o que segundo a representação, não teria ocorrido na gestão do prefeito David Almeida (Avante).

    Falta de transparência e uso de energia pública

    Outro ponto destacado é a falta de documentos públicos sobre o contrato ou autorização. Não há informações disponíveis sobre contrapartidas financeiras, regras de fiscalização, termos de responsabilidade, laudos técnicos ou garantias de segurança.

    A representação também afirma que há indícios de que a roda-gigante estaria ligada diretamente à rede elétrica da Praça da Ponta Negra, o que implicaria que a energia consumida, considerada alta devido ao porte e à iluminação, estaria sendo paga com recursos públicos. Até o momento, segundo o vereador, não há comprovação de ressarcimento por parte da empresa.

    Riscos à segurança

    O documento cita ainda o episódio registrado no último sábado, 22/11, quando a roda-gigante parou após uma queda de energia, assustando usuários.

    O parlamentar afirma que equipamentos desse porte exigem estruturas específicas, como transformadores próprios, sistemas de emergência e certificações técnicas, cujos documentos não foram disponibilizados pela Prefeitura.

    Ele questiona se houve autorização do Corpo de Bombeiros, emissão de Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), licenças ambientais e plano de emergência para falhas.

    Pedidos ao TCE-AM

    Com base nos indícios, o vereador solicita que o TCE-AM:

    • realize auditorias;
    • exija todos os documentos do processo administrativo;
    • avalie as condições de segurança do equipamento;
    • verifique o consumo e responsável pelo pagamento da energia;
    • analise a capacidade técnica e financeira da empresa;
    • investigue possível direcionamento na escolha da operadora;
    • responsabilize civil, administrativa e penalmente os envolvidos, caso irregularidades sejam confirmadas.

    Ele afirma que, se o município permitiu o uso de espaço público lucrativo sem as formalidades legais e com potencial custo ao erário, isso pode configurar improbidade administrativa.

    A representação ainda pede que o TCE-AM determine a devolução de eventuais valores aos cofres públicos.

    VIA PORTAL RIOS DE NOTÍCIAS

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Relatório da Polícia Federal aponta indícios de compra de votos nas eleições de 2024 em Manaus, denuncia vereador

    Roberto Cidade destaca importância da valorização das mulheres durante encerramento da Semana da Mulher, na Aleam

    Deputada Erika Hilton processa Ratinho por discurso transfóbico

    Redação Amazônia
    Hostinger
    Apoie o RDA
    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.