Wilson Lima disse durante entrevista na Rádio Rios, que as informações serão divulgadas nesta sexta-feira (26). “Amanhã, divulgamos a nossa estratégia para que os alunos não fiquem prejudicados e para que eles possam começar, a partir de segunda-feira, já ter as suas aulas repostas. Durante a pandemia, o Amazonas conseguiu fazer com que os alunos não ficassem desamparados”, disse o governador.
Os professores, que pedem o reajuste de reajuste salarial de 25%, os pagamentos das datas-base de 2022 e 2023, mais o retroativo de 2020 e 2021, com ganho real acima do índice da inflação, iniciaram a greve na última quarta-feira (17).
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Na segunda (22), os trabalhadores da Educação decidiram rejeitar a contraproposta do Governo, de 8% de reajuste salarial e suspensão da greve. A decisão fez com que o Estado afirmasse que, enquanto a paralisação dos professores continuasse, não retomaria a roda de negociação com os representantes da categoria.
Hoje, o governador disse que a mesa de negociação com os professores está aberta, desde que exista uma sinalização para evitar prejuízo para os alunos.
“O estado tem as suas limitações orçamentárias. Por outro lado, entendemos a necessidade de valorizar os profissionais de Educação. A mesa de negociação está aberta, sempre esteve com o Estado. Na última reunião com o sindicato, apresentamos uma proposta de 8%, que está dentro da nossa realidade”, disse.
A presidente Ana Cristina, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), disse que o governador parece querer uma queda de braço.
“Não é essa a intenção dos trabalhadores. ‘Me’ causa estranheza [sic] que o governador penalizou os trabalhadores por falta quando nos recusamos a retornar às aulas presenciais, quando preferimos aula on-line. Na época, ele justificou que o modelo não era adequado, então, por que ele acha que é adequado agora?”, questionou Ana Cristina.
Via Agência AM1


