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    Home»Amazonas»11 filmes com temática LGBT para abrir a cabeça
    Amazonas

    11 filmes com temática LGBT para abrir a cabeça

    28 de junho de 2017
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    Nem só de Moonlight e Azul é a Cor Mais Quente vive a indústria de filmes LGBT. Nesta lista que a GALILEU preparou, você encontra filmes e documentários que mostram a realidade de gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans de forma delicada e real:

    Tangerine
    Este filme totalmente filmado pelas câmeras de três iPhones 5s consegiu chegar ao Festival de Sundance, um dos mais importantes do cinema independente. A obra acompanha a busca da transsexual Sin-Dee pelo ex-namorado e antigo cafetão. Após sair da prisão, ela descobre que ele anda traindo-a com uma “mulher de verdade” e resolve tirar satisfações acompanhada de sua melhor-amiga, também trans, Alexandra.

    @kleiton.renzo

    Strike a Pose
    Neste documentário, acompanhamos os depoimentos de vários dançarinos que integraram a turnê Blond Ambition Tour, da cantora pop Madonna, na década de 1990. Escutando suas histórias aprendemos um pouco mais sobre como era ser gay na época e também como a própria rainha do pop influenciou nas discussões dos direitos LGBT. Disponível na Netflix.

      (Foto: Distribuição/Pyramide Distribution)

    Tomboy
    Laure, uma menina de dez anos, muda-se para um novo bairro e começa a apresentar-se para as crianças da área como Mickael. A partir de então, começa a travar um relacionamento confuso com uma de suas vizinhas, ao mesmo tempo que tenta esconder dos pais sua vida dupla.

    Who’s Gonna Love Me Now
    O documentário conta a história de Saar, um judeu que precisou deixar sua casa e família para trás devido a sua orientação sexual. Após sair de Israel, ele permaneceu em Londres, na Inglaterra, por 18 anos, onde teve a liberdade necessária para viver sua vida naturalmente. O rapaz, porém, recebe o diagnóstico de soropositivo, o que o leva a tentar reencontrar a família mais uma vez.

    Bridegroom
    A história de Shane Crone é relatada neste documentário feito graças a um financiamento coletivo realizado pela diretora Linda Bloodworth Thomason. Crone perdeu o marido Tom Bridegroom quando ele caiu do telhado da casa onde ambos moravam juntos. Mas, como não eram casados oficialmente, o viúvo foi impedido de comparecer ao funeral de Tom e de guardar qualquer recordação dele. Disponível na Netflix.

      (Foto: Distribuição/Pearl Of Africa)

    The Pearl of Africa
    Cléopatra Kumbugu é uma mulher trans que precisou fugir de seu país de origem, Uganda, após ter sido “denunciada” por um tablóide local. O país é um dos mais homofóbicos e transfóbicos do mundo todo e, por isso, ela precissou esconder-se de diversas formas para garantir a própria liberdade. Hoje, ela luta pelos seus direitos enquanto vive no Quênia e conta sua história neste documentário.

    Game Face
    Acompanhe os desafios enfrentados pela lutadora de MMA Fallon Fox, uma mulher trans, e pelo jogador gay de basquete Terrence Clemens enquanto eles tentam superar os preconceitos encontrados no cenário esportivo profissional. Disponível na Netflix.

    Flores Raras
    O filme brasileiro de 2013 conta a história real da poetisa Elizabeth Bishop que, desmotivada, viaja ao Brasil em busca de inspiração. Chegando a Petrópolis, no Rio de Janeiro, conhece a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares, interpretada por Glória Pires. As duas não se dão bem no início, mas logo engatam em um romance que marcará suas vidas.

      (Foto: Distribuição/20th Century Fox)

    Paris is Burning
    Acompanhe a comunidade de drag queens dos anos 1980 no bairro nova-iorquino do Harlem, neste documentário que foi lançado em 1990 e aclamado até hoje. Aqui, o foco são as competições em que as queens precisam desfilar para uma bancada de jurados, que irão julgar quesitos como vestimenta, pose e personalidade. Muito além de um excelente retrato da subcultura da época, Paris is Burning consegue abordar questões raciais, sexuais e sociais em um único filme – além de ter servido de referência para os famosos bordões da mãe de todas as drag queens: RuPaul. Disponível na Netflix.

    Oriented
    Neste documentário de 2016, acompanhamos a vida de três homens gays em Tel-Aviv, em Israel. Khader Abu Seif, Fadi Daeem e Naeem Jiryeshe eram três amigos que, decididos a lutar contra a homofobia da sociedade árabe, lançaram uma produtora independente e um vídeoclip sobre as dificuldades de ser homossexual em meio a uma cultura que valoriza casamentos arranjados. Mais tarde, o cinegrafista britânico Jake Witzenfeld resolveu conversar com eles e, assim, nasceu a ideia de Oriented.

    Retratando as relações familiares, discussões políticas e saídas dos três pela vida noturna da movimentada capital israelense, é possível captar não só suas dificuldades únicas — como o duplo preconceito dirigido a homens judeus e árabes que se relacionam sexualmente — como também a amizade entre três contrastantes personalidades. Disponível na Netflix.

    Bound – Ligadas pelo desejo
    No primeiro filme dirigido pelas irmãs Wachowski antes do sucesso de Matrix, acompanhamos o caso de amor entre duas mulheres. Uma é a esposa de um perigoso chefe da máfia, a outra uma ex-presidiária. As duas buscam uma forma de ficarem livres para ficarem juntas, mas o plano que bolam acaba levando-as para caminhos sombrios.

    Texto publicado originalmente no site da Galileu.

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