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    Amazonas

    Ministério Público avalia pedido de prisão de Sikêra Jr. por crime de homofobia

    13 de maio de 2021
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    O Ministério Público de São Paulo avalia um pedido de prisão preventiva contra Sikêra Jr. apresentador do programa Alerta Nacional, da RedeTV!, pela prática recorrente do crime de homofobia ao vivo em seu telejornal. A ação foi protocolada por Agripino Magalhães, ativista  GBTQ+ e suplente de deputado.

    O documento foi entregue na terça-feira (11) ao MP, que agora analisa os apontamentos de Magalhães e avalia os seus pedidos. A ação foi montada a partir da edição de 5 de maio do programa Alerta Nacional, quando Sikêra mostrava o vídeo de um grupo de jovens que havia invadido uma igreja e quebrado imagens de santos. Em suas falas, o apresentador tentou traçar um paralelo entre os vândalos e os homossexuais, e ainda faz uma citação indireta a Agripino Magalhães.

    @kleiton.renzo

    “Se um policial chega aí e prende um menor desse, ‘ah, é ditadura’. Mas aí pode. Senhores, eu gosto muito de inverter as coisas. Eu vou inverter as coisas agora. Imagina se isso aí, imaginem se fosse uma bandeira do orgulho gay e eu rasgasse ela, ou alguém rasgue. Ave Maria! A hashtag tava comendo o fígado de quem zesse isso”, disse Sikêra em seu programa.

    “Ah, já aparecia os líderes, né? Associação. Tem o cabra safado lá de São Paulo, o que é suplente. Suplente de baitola, aquele safado do ventão, né? ‘Ah, eu estou representando contra ele’, o ventão vai dá o teu caneco pra lá! Cabra safado”, continuou o apresentador, fazendo referência a Magalhães. O pedido protocolado no Ministério Público diz que Sikêra Jr. profere “falas medíocres, muitas vezes desprovidas de veracidade, e às vezes enaltecendo pessoas assassinadas, que ele mesmo pecha como bandidos, facínoras, sem que exista um processo ou condenação”.

    O advogado de Agripino Magalhães pede para que o Ministério Público abra um inquérito para investigar a prática de crimes raciais e de homofobia, além da suspensão do Alerta Nacional, que ele alega ser incompatível para a faixa horária em que é exibido pela RedeTV!.

    “Pelo que esse indigitado elemento preconiza, para ele todos os criminosos, todos que quebram estátuas religiosas, todos são gays, como o baitola da vítima, o querelante, que o querelado não fala seu nome, mas em suas falas e na percepção cognitiva, declina o mesmo com um malfeitor, simplesmente porque é homossexual”, diz parte do documento.

    Para a defesa de Agripino, Sikêra Jr. deve responder pela prática do crime de injúria racial, calúnia e crimes de ódio e homofobia. “Esse elemento, além de pernicioso à sociedade, formador de opinião, buscase,  esde logo, sua prisão provisória e quando indiciado e denunciado, a preventiva, pois é um perigo para as sociedades minoritárias, e deve preso responder pelas práticas irrogadas”, conclui o documento.

    A reportagem procurou a RedeTV! para comentar o caso, mas a emissora não respondeu até a publicação deste texto.

    *Com informações do UOL

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