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    Amazonas

    27% votam em Lula pelo social; 27%, em Bolsonaro pela imagem, mostra Datafolha

    19 de outubro de 2022
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    A motivação do eleitorado de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Jair Bolsonaro (PL) neste segundo turno da corrida presidencial é bastante diversa: 27% dizem votar no petista porque julgam que ele fez um bom governo na área social, enquanto outros 27% apontam qualidades pessoais para escolher o incumbente.

    É o que mostra pesquisa feita pelo Datafolha na semana passada. De 13 a 14 de outubro, foram entrevistadas 2.898 pessoas em 180 cidades, em um trabalho encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo sob o número BR-01682/2022 no Tribunal Superior Eleitoral.

    @kleiton.renzo

    A margem de erro é de dois pontos percentuais e as respostas foram espontâneas. O índice de confiança é de 95%. Lula lidera a corrida com 49% dos votos totais na pesquisa estimulada, ante 44% do presidente, uma cenário de estabilidade em relação ao levantamento da semana retrasada. Isso não é uma previsão de resultado, e sim uma fotografia do momento da disputa.

    A apreciação do trabalho social do petista, que governou de 2003 a 2010, é mais intensa entre aqueles com menos instrução (35%), evangélicos (32%) e nordestinos (31%). Ele lidera entre segmentos mais pobres da população aferida pelo Datafolha.

    Em consonância com a alta rejeição a Bolsonaro (51%), 18% dos eleitores do petista dizem que votam para tirar o presidente da cadeira –número que vai a 34%, no estrato mais rico da amostra da pesquisa.

    Entre quem votou em Simone Tebet (MDB), a terceira colocada no primeiro turno e agora na campanha lulista, 29% vão com o petista para remover Bolsonaro. Dizem o mesmo entre os eleitores de Ciro Gomes (PDT), o quarto colocado, 25%.

    Outros motivos que animam o eleitor petista são suas propostas ou a boa lembrança do governo lulista (18%), ideias econômicas (15%), imagem pessoal (10%), ações para educação (8%) e desejo de mudança (7%). A defesa de que Lula é um candidato que é melhor para a democracia, em oposição às tendências golpistas de Bolsonaro, só é citada como motivo por 2% dos ouvidos.

    Já o presidente comprova o caráter divisivo de sua personalidade, que atrai altíssima rejeição desde que o Datafolha começou a série de levantamentos desta eleição, em maio de 2021.

    A principal motivo apontado de forma espontânea por seus eleitores para apoiá-lo são qualidades pessoais, 27% –dos quais 14% são definidas como sua defesa de valores ditos familiares e 11%, honestidade pessoal. Justamente dois pontos centrais de sua campanha, assim como a religiosidade, citada como um item separado por 7%.

    O crescimento de sua aprovação no Datafolha se reflete na segunda razão do voto em Bolsonaro: 19% dizem que o fazem porque o governo é bom e pode continuar assim. Logo depois voltam temas por assim dizer da agenda negativa dele contra Lula: 12% dizem não votar em ladrão/ex-presidiário (epítetos lançados contra Lula) e 10%, querem escolher quem vai acabar com a corrupção.

    O antipetismo mais puro surge com 9% entre os motivos de voto, abaixo numericamente de propostas na economia (10%), que tem sido marcado por ações populistas como a baixa forçada do preço dos combustíveis e a ampliação do valor do Auxílio Brasil.

    A pandemia da Covid-19, cuja gestão tumultuada por Bolsonaro voltou à tona no debate Folhade S.Paulo/UOL/Band/Cultura do domingo, passa algo ao largo das motivações do eleitorado. Votam em Lula por causa do mau manejo da crise pelo presidente ou por terem perdido parentes 4%, enquanto 3% dizem apoiar o incumbente porque ele não conseguiu governar direito devido à crise sanitária e à Guerra da Ucrânia.

    Entre aqueles que se dizem indecisos (1% da amostra total), 17% afirmam não saber qual candidato é melhor, 15% dizem estar pensando, 13% acham que não votarão em ninguém e 12%, se queixam de que os rivais passam mais tempo falando mal um do outro.

    No contingente que diz que vai votar branco ou nulo (5% dos ouvidos), não gostar dos candidatos é motivo para 59%, enquanto 17% reprovam suas propostas e 10%, rejeitam a política em si

    Fonte: FOLHAPRESS

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