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    Home»Capa»Professores de Manaus prometem greve após reajuste aprovado pela CMM
    O reajuste, de autoria da Prefeitura de Manaus, foi aprovado sem negociação com os trabalhadores, o que gerou forte insatisfação (Ilustração: Bruno Pacheco)
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    Professores de Manaus prometem greve após reajuste aprovado pela CMM

    17 de junho de 2025
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    O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) convocou uma assembleia geral extraordinária para a próxima quarta-feira (18), às 17h, com o objetivo de organizar uma possível greve da categoria. A mobilização é uma resposta à aprovação, pela Câmara Municipal de Manaus (CMM), do Projeto de Lei 350/25, que estabelece um reajuste salarial de 5,48% para os profissionais da educação municipal. A proposta, de autoria da Prefeitura de Manaus, foi aprovada sem negociação com os trabalhadores, o que gerou forte insatisfação.

    Segundo a coordenadora da Asprom, Helma Sampaio, desde o dia 9 de junho o sindicato tenta apoiar uma emenda que aumentaria o reajuste para 10%, proposta que acabou sendo rejeitada pelos vereadores aliados ao prefeito David Almeida (Avante). A entidade afirma que o percentual aprovado está aquém das necessidades da categoria, que compareceu em peso à votação nesta segunda-feira (16), com mais de 200 professores protestando na sede do Legislativo.

    @kleiton.renzo

    Durante a sessão desta terça-feira (17), o clima entre os vereadores esquentou. O vereador coronel Rosses (PL) criticou duramente a proposta e a condução da votação, insinuando que há parlamentares com “focinheira na boca” por não se posicionarem. A declaração foi rebatida com veemência por Jander Lobato (PSD), que saiu em defesa dos colegas da base aliada do prefeito e exigiu respeito no plenário.

    Em nota, a Asprom afirmou que a luta pela valorização da educação continua, mesmo com a aprovação do projeto. O sindicato reforça que o prefeito “não derrotou os professores” e que a decisão da Câmara ainda pode ser revogada, caso a categoria opte pela greve. “A revolta foi tão grande que cogitamos deflagrar uma greve para revogar a decisão. A luta ainda não acabou”, afirma a nota.

    O local da assembleia ainda será divulgado, mas a diretoria do sindicato convocou todos os profissionais revoltados com o que classificou como “autoritarismo do prefeito”. A decisão sobre a deflagração da greve dependerá da mobilização e da adesão da categoria no encontro marcado para esta quarta-feira.

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