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    Home»Destaque»Manaus é a sétima capital com pior saneamento do país, mostra ranking
    Saneamento
    Manaus está entre as 7 piores capitais em saneamento, aponta ranking do Instituto Trata Brasil. (Felipe Campinas/AM ATUAL)
    Destaque

    Manaus é a sétima capital com pior saneamento do país, mostra ranking

    18 de março de 2026
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    MANAUS — Manaus está entre as sete capitais com pior saneamento básico do país, segundo ranking 2026 do Instituto Trata Brasil, em parceria com GO Associados, publicado nesta terça-feira (17). A capital amazonense aparece atrás de Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Belém (PA), Macapá (AP), São Luiz (MA) e Maceió (AL).

    O Ranking do Saneamento avalia três dimensões do serviço em cada município: nível de atendimento, evolução da cobertura e eficiência operacional. Para cada indicador, é atribuída uma nota de zero a 10. A pontuação final resulta de uma média ponderada dessas notas.

    @kleiton.renzo

    Na edição deste ano, a capital amazonense alcançou nota boa no quesito atendimento total de água (9,81) e atendimento urbano de água (9,91), mas registrou nota baixa em relação ao esgotamento sanitário (atendimento total: 3,59; atendimento urbano: 3,63; e tratamento: 2,85).

    No quesito melhoria do atendimento, a cidade apresentou desempenho regular em relação aos investimentos, com nota 5,47 tanto para os investimentos totais por habitante quanto para os realizados pelos prestadores. Já no nível de eficiência, registrou nota 5,52 para perdas na distribuição e 3,12 para perdas por ligação.

    O levantamento foi realizado com base em dados de 2024 do Sinisa (Sistema Nacional de Informações em Saneamento), publicados pelo Ministério das Cidades. O Instituto Trata Brasil inclui apenas as 100 cidades mais populosas do Brasil, conforme dados do IBGE.

    Esses dados apontam que 32,35%, da população é atendida com esgoto, enquanto que os serviços de água tratada chegam a 97,13%. O tratamento de esgoto chega a 22,78%, muito abaixo da média de 64,42%.

    Nas perdas na distribuição, a capita amazonense registrou 45,25%, acima da média de 41,51%. As perdas por ligação alcançaram 693,03, também acima da média de 625,13.

    A nível nacional, a entidade identificou que a falta de acesso à água potável ainda impacta mais de 30 milhões de brasileiros, enquanto cerca de 90 milhões (43,3% da população) não possuem coleta de esgoto.

    Para o Instituto Trata Brasil, essa realidade reflete em problemas de saúde, falta de produtividade no trabalho, desvalorização imobiliária, perdas relacionadas ao turismo e queda na qualidade de vida da população, impactando profundamente o desenvolvimento socioeconômico do país.

    Apesar de ainda estar entre as cidades com pior saneamento básico, Manaus avançou da posição 87 para 82, se tornando a quarta capital que mais investe em saneamento básico no país. Até 2033, a concessionária pretende ampliar a cobertura do serviço dos atuais 32,35% para 90%, com a implantação de mais de 2,7 mil quilômetros de redes de esgoto.

    De acordo com a Águas de Manaus, os resultados tem melhorado desde 2018, quando o Grupo Aegea assumiu os serviços na cidade. “Manaus ocupava a 98ª posição no ranking. No estudo divulgado nesta quarta-feira, a capital amazonense aparece 16 posições à frente, alcançando o 82º lugar”, informou a concessionária.

    Ainda de acordo com a Águas de Manaus, no período analisado (2020 a 2024), o montante aplicado em Manaus foi de R$ 1,4 bilhão. “Com isso, a cidade fica atrás apenas de São Paulo (R$ 12,1 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 3,8 bilhões) e Fortaleza (R$ 2,1 bilhões) nesse quesito”, informou.

    Entre as capitais do Norte, Manaus segue na liderança, como a cidade que mais investe e evolui no setor. Juntas, as outras seis capitais da região investiram R$ 1,3 bilhão no período, segundo o estudo elaborado com base em dados do Sinisa.

    A Águas de Manaus informou que o estudo considera dados consolidados até dezembro de 2024, os mais recentes disponíveis no Sinisa, mas uma atualização com os valores de investimento de 2025 – portanto, além do período considerado pelo Instituto -, revela que o montante investido em Manaus supera R$ 2,3 bilhões.

    “Os resultados do ranking mostram que os investimentos realizados nos últimos anos já começam a se refletir nos indicadores de saneamento de Manaus. Nosso compromisso é seguir ampliando a coleta e o tratamento de esgoto, com obras em toda a cidade, sem perder de vista o aspecto social do serviço, garantindo que famílias de baixa renda tenham acesso à água tratada”, destaca o diretor-presidente da Águas de Manaus, Pedro Augusto Freitas.

    VIA AMAZONAS ATUAL

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