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    (Divulgação)
    Amazonas

    Cooperativa de Anamã conquista certificação internacional e projeta açaí orgânico para o mercado interno e externo

    28 de abril de 2026
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    BRUNO PACHECO – DO RDA

    A Cooperativa dos Produtores Extrativistas do Médio Solimões (COOPEMS), com atuação no município de Anamã, obteve certificação internacional que habilita a exportação de açaí orgânico da espécie Euterpe Precatória para os mercados do Brasil, União Europeia e Estado Unidos (BR/EU/NOP). A conquista fortalece a cadeia produtiva local e amplia as perspectivas econômicas para os produtores da região.

    @kleiton.renzo

    A cooperativa atua diretamente com o extrativismo do açaí nativo, e a certificação foi conquistada por meio de apoio técnico e financeiro disponibilizado pela empresa Frooty Açaí, na representatividade do Coordenador de Sustentabilidade, Mateus Nascimento de Souza e responsável por validar através de auditoria, todos os produtores orgânicos atendendo a norma brasileira e europeia e norte americana. Segundo Yan Pinheiro, presidente da cooperativa, a parceria com grandes empresas garante mais credibilidade e valor de mercado:

    “Ela é uma cooperativa que é focada com o extrativismo de açaí e esse ano conseguimos a certificação através de auditoria realizada pela maior certificadora do Brasil – a Ecocert. Através desses certificados a gente consegue exportar a polpa do açaí orgânico, através das indústrias, um açaí com garantia e qualidade elevando a credibilidade do fruto aqui do nosso município de Anamã”, afirmou.

    Yan também destacou os principais desafios enfrentados ao longo do processo de certificação, que exigiu adequações importantes por parte dos produtores:

    “Os principais desafios que nós enfrentamos primeiro é a questão de formalização com relação aos produtores, deles estarem com o documento do terreno, deles terem boas práticas com relação à extração de açaí, logística de acesso aos produtores, a questão da segurança do trabalho e também a conscientização sobre a preservação ambiental, manejo sustentável, destinação correta de resíduos e o não uso de produtos químicos nas áreas de coleta. Todas essas dificuldades e preocupações foram reforçadas através de visitas de campo, inspeções internas, avaliação de risco e capacitações sobre as normas de certificação orgânica”, disse Yan Pinheiro.

    A certificação também representa um passo estratégico para o futuro da cooperativa, que busca avançar na industrialização do produto dentro do próprio município:

    “A certificação vai primeiramente mostrar para o Brasil, Europa e Estados Unidos que o nosso açaí é de excelente qualidade, embora ele não seja beneficiado em nosso município, mas é algo que a gente vem trabalhando para agregar esse valor e essas condições. Para que no futuro termos mais lucratividade para investir na cooperativa e aos nossos cooperados. Para que a gente consiga ter a nossa própria agroindústria”, destacou.

    A Ecocert foi a certificadora responsável por avaliar os critérios da certificação do extrativismo na região de Anamã, no que diz respeito ao açaí. Dibson Flores, diretor financeiro do processo, explicou os critérios exigidos para a obtenção do selo:

    “O extrativismo é a planta natural, nativa daquele cenário amazônico, onde o produtor extrai aquela matéria-prima como subsistência familiar, sem modificação genética, sem uso de produto químico, sem desmatar o meio ambiente, preservando a área de preservação permanente, as espécies nativas e os animais ameaçados de extinção. Tudo isso são critérios para se obter a certificação brasileira, europeia e norte-americana de orgânicos”, afirmou.

    O diretor técnico também ressaltou a relevância global da iniciativa, especialmente diante da atenção internacional voltada à preservação da Amazônia:

    “Hoje os olhos do mundo são voltados para a Amazônia em pé e isso é importante para a certificação orgânica, pela visibilidade que ela traz da floresta nativa. Além de agregar valor, as empresas garantem a compra desse fruto orgânico, criando uma cadeia onde todos ganham, principalmente o produtor. É muito importante dar esse passo, que é significativo não só para a credibilidade ambiental, mas para expandir o mercado desse açaí precatório amazônico para o mundo”, acrescentou.

    Com a certificação, a COOPEMS se consolida como a única cooperativa do Amazonas voltada à Comercialização de matéria prima – açaí orgânico, reforçando o protagonismo de Anamã no cenário da produção sustentável e abrindo novas oportunidades para o desenvolvimento econômico da região.

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