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    Amazonas

    Dnit foi avisado sobre ‘riscos iminentes’ meses antes de pontes desabarem na BR-319

    14 de outubro de 2022
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email

    (Foto: Reprodução)

    | POR REDAÇÃO AMAZÔNIA

    @kleiton.renzo

    Manaus – Documentos publicados no Diário Oficial da União (DOU) mostram que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estava ciente da situação dos trechos da BR-319 há mais de nove meses. A publicação citou o cenário como “situação calamitosa”, além de apontar “riscos eminentes” aos motoristas.

    A situação de emergência foi publicada no DOU na portaria nº 7.442 de 28 de dezembro de 2021. Na publicação, o superintendente do Dnit no Amazonas, Afonso Luiz Costa Lins Júnior, alegou na época que a BR-319 apresentava riscos iminentes à população que trafegava pelo trecho.

    “Vista as condições em que se encontra a BR-319/AM, bem como os riscos iminentes aos quais se expõem os usuários, que nela trafegam, devido à situação calamitosa de trafegabilidade no trecho mencionado”, diz um trecho do documento.

    Publicação no Diário Oficial da União em que aponta situação de emergência em trechos da BR-319. (Foto: Reprodução / DOU)

    Logo após a publicação de situação de emergência, a empresa A G O Engenharia de Obras foi contratada para trabalhar na recuperação de erosões. O contrato entre a empresa e o Ministério da Infraestrutura, por meio do Dnit, foi firmado em janeiro de 2022.

    Segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, a empresa faria a recuperação em diversos pontos da BR-319, dentre eles, os locais em que as duas pontes desabaram em menos de um mês. A contratação sem licitação ultrapassa R$ 33 milhões e vence no próximo dia 27 de outubro.

    Informações sobre o contrato da empresa A G O Engenharia de Obras, contratada para recuperar trechos na rodovia. (Foto: Reprodução / Portal da Transparência)

    Desabamentos

    Em menos de um mês, duas pontes desabaram no mesmo trecho da BR-319, no município de Careiro, a 102 quilômetros de Manaus. No dia 28 de setembro, a primeira ponte caiu no km 25 e matou quatro pessoas, além de deixar mais de dez pessoas feridas e um desaparecido

    Já no dia 8 de outubro, outra ponte desabou na BR-319. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a segunda ponte a cair foi interditada, mas não houve registro de vítimas. Após o segundo desabamento, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), afirmou que conversou com o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, sobre a situação da região.

    Trabalho da equipe do Corpo de Bombeiros do Amazonas após desabamento da ponte no km 25 da BR-319. (Foto: Divulgação / CBAM)

    Situação de emergência

    No início desta semana, Wilson Lima decretou situação de Emergência para os municípios de Careiro da Várzea, Careiro Castanho e Manaquiri, afetados diretamente pelo desabamento de duas pontes. De acordo com ele, o Governo do Amazonas está dando suporte ao Departamento Nacional de Transportes e Infraestrutura (DNIT) na manutenção e recuperação da rodovia federal e atuando na assistência aos moradores dessas cidades.

    Conforme o governador Wilson Lima, o decreto para os três municípios permite dar mais agilidade para a contratação de serviços essenciais, a fim de diminuir os impactos causados pelos desabamentos, principalmente no escoamento da produção, abastecimento de remédios, alimentos e combustíveis.

    Segundo estimativa da Defesa Civil do Amazonas, cerca de 100 mil pessoas estão sendo afetadas pelas interdições da rodovia federal. O governo trabalha para evitar que as cidades no entorno sofram com o desabastecimento de combustível, insumos e alimentos, enquanto Dnit e Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) definem a logística para o tráfego nos locais, com o transporte de cargas e as duas pontes construídas.

    Outro lado

    O Portal RDA entrou em contato com o Ministério da Infraestrutura para questionar se houve reparos nos trechos afetados pelo desabamento da ponte, visto que a empresa A G O Engenharia de Obras foi contratada para recuperar as vias. Em resposta, o órgão pediu para que a demanda fosse encaminhada ao Dnit.

    Quando questionado, o Dnit destacou que o contrato foi rescindido e “existe um procedimento administrativo para apurar a situação de execução contratual”. Além disso, o órgão informou que “a Autarquia optou pela substituição da empresa nos termos da Lei”. O Dnit ainda pontuou que existem dois contratos ativos para manutenção de pista e estruturas.

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