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    Brasil

    Honda e Nissan confirmam fusão, com possível participação da Mitsubishi, para formar terceira maior montadora do mundo

    24 de dezembro de 2024
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    Em um anúncio que pode transformar o setor automotivo, Honda, Nissan e Mitsubishi confirmaram que estão em negociações para unir forças em uma única holding. Caso o acordo seja concretizado, o novo conglomerado poderá se tornar a terceira maior montadora do mundo, ficando atrás apenas da Toyota e da Volkswagen. As informações são da Quatro Rodas, da Abril.

    O anúncio foi realizado em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (23), em Tóquio, pelos CEOs das três montadoras. Embora o processo ainda esteja em estágio inicial, algumas decisões já foram tomadas: a Honda terá o direito de nomear o CEO do grupo e deterá a maior parte do conselho de administração da nova empresa. A expectativa é de que o acordo entre Honda e Nissan seja finalizado até junho de 2025, enquanto a Mitsubishi decidirá até o final de janeiro de 2024 se integrará a holding.

    @kleiton.renzo

    Renault Observa com Cautela

    A Renault, maior acionista da Nissan, também está acompanhando de perto o processo. Em nota, afirmou que “considerará todas as opções com base nos melhores interesses do Grupo e de seus stakeholders”. A empresa reforçou que as negociações ainda estão no início e que mantém seu foco em projetos estratégicos, inclusive os realizados no âmbito da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi.

    Fusão para Enfrentar Novos Desafios

    O principal objetivo da fusão é consolidar recursos e reduzir custos. As montadoras planejam compartilhar plataformas, centros de pesquisa e desenvolvimento, fábricas, além de integrar áreas de compras, distribuição e vendas. A sinergia permitirá também o desenvolvimento conjunto de tecnologias de eletrificação, como motores híbridos e elétricos, além de softwares avançados.

    A Honda e a Nissan já haviam iniciado, em março, o desenvolvimento de uma nova plataforma para carros elétricos, com a Mitsubishi aderindo ao projeto em agosto. Segundo Toshihiro Mibe, CEO da Honda, o acordo busca eficiência e competitividade em um cenário de crescente eletrificação e avanço das marcas chinesas.

    Apesar disso, Mibe destacou que este não é um “plano de resgate” para a Nissan, que enfrenta dificuldades financeiras significativas, incluindo queda nos lucros e dívidas crescentes. Ele ressaltou que a conclusão da fusão dependerá da reestruturação financeira da Nissan.

    Desafios e Perspectivas

    A Honda, atualmente em uma posição financeira mais sólida, vendeu cerca de 4 milhões de veículos em 2023, enquanto a Nissan, que comercializou 3,37 milhões de unidades no mesmo período, luta para recuperar espaço no mercado de híbridos e elétricos. A Mitsubishi, com 1 milhão de carros vendidos, segue enfrentando dificuldades, o que já a levou a integrar a Aliança Renault-Nissan.

    Se unidas, apenas Honda e Nissan formariam o terceiro maior grupo automotivo global, com mais de 7 milhões de unidades anuais, superando gigantes como Hyundai-Kia e Stellantis.

    Caminho a Percorrer

    A fusão ainda precisa de aprovações regulatórias e da aprovação dos acionistas das três empresas. Além disso, as montadoras enfatizaram que o processo está apenas começando e que os resultados práticos dessa união só serão perceptíveis próximo a 2030.

    O novo grupo, caso formado, promete manter as três marcas independentes, mas atuando de forma integrada para enfrentar os desafios do mercado global, como a transição para veículos elétricos e a pressão das fabricantes chinesas.

    VIA Quatro Rodas, da Revista Abril

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