Close Menu
RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    Facebook Instagram
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    RDA · Redação AmazôniaRDA · Redação Amazônia
    Home»Amazônia»Plantar: governo libera licença para abatedouro de jacarés na RDS Mamirauá
    jacarés em lago RDS Mamirauá
    Amazônia

    Plantar: governo libera licença para abatedouro de jacarés na RDS Mamirauá

    26 de agosto de 2024
    WhatsApp Facebook Twitter Telegram LinkedIn Email
    | DO RDA – MICHELLE PORTELA

    O abatedouro Plantar, instalado na comunidade São Raimundo do Jarauá, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, obteve licença ambiental para pré-beneficiamento de jacarés, com expectativa de abate de até 150 animais por ano, podendo oferecer até três toneladas desse tipo de carne para o comércio local no mesmo período, em Tefé, sede do instituto, e ao de Manaus, capital do Amazonas.

    Iniciativa pioneira no país, os animais destinados ao abate serão oriundos de manejo comunitário da espécie feito pela própria comunidade, que tem tradição com a pesca do Pirarucu (Arapaima gigas). A implantação de um abatedouro é parte do programa de manejo de jacarés no Amazonas, como estratégia tanto para a conservação da espécie quanto para a geração de renda para as famílias locais.

    @kleiton.renzo

    A entrega dos documentos de licenciamento ocorreu no último dia 19 de julho, reunindo membros da comunidade, representantes da RDS e outros órgãos ambientais e autoridades do Amazonas. Entre eles, estiveram ainda presentes autoridades do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e da Prefeitura de Tefé.

    Abate de jacaré/ RDS Mamirauá/ Comunidade São Raimundo do Jarauá/ Foto: ascom IM [13:40, 22/08/2024] Virgilio Machado Ascom:
    População da Comunidade São Raimundo do Jarauá recebe documentação para funcionamento do Plantar.

    Leia mais: Jovens de unidades de conservação do interior do Amazonas participam de oficinas de comunicação

    O diretor-geral do Instituto Mamirauá, João Valsecchi, destacou a iniciativa inédita em unidades de conservação. “É uma vitória muito grande da pesquisa, da ciência, da comunidade, que foi parceira em todas as etapas. É uma vitória de todas as instituições aqui presentes e de todos os envolvidos”, explica.

    Cadeia produtiva

    De acordo com Diogo Franco, coordenador técnico do projeto, a cadeia produtiva do negócio visa, inicialmente, à comercialização da carne e peles, mas deverá ser expandida. “Futuramente, tentaremos também aproveitar subprodutos, como cabeça, patas, ossos e vísceras”, explica.

    A expectativa é que a escala de produção possa atingir o máximo da cota permitida de até 450 animais abatidos por ano no Jarauá, o que representaria aproximadamente 10 toneladas de carne por ano disponível para a comercialização, mas a exploração deve avançar aos poucos. “Como estratégia de precaução, para avaliar anualmente a resposta das populações de jacaré ao manejo, essa cota não será capturada e abatida integralmente nos primeiros anos, sendo gradativamente aumentada”, avalia.

    Assim, de acordo com Franco, nos próximos dois anos, as escalas de produção possivelmente estarão entre 50 e 150 jacarés/ano, ou seja, uma a três toneladas, podendo ser ampliadas ou reduzidas conforme avaliação de impacto.

    Com o Serviço de Inspeção Estadual emito pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF), a carne de jacaré do abatedouro Plantar será inicialmente comercializa em Tefé, município instalado no centro da RDS Mamirauá, e de acordo com o aumento da escala de produção, será enviada também para Manaus, capital do Amazonas, visando a comercialização em feiras públicas e supermercados.

    A iniciativa visa também combater o consumo ilegal de carne de jacaré. De acordo com Franco, as apreensões de carne de jacaré ilegal para consumo no estado do Amazonas, segundo estimativas de órgãos ambientais, chegavam a 30 toneladas por ano. Além disso, pesquisas de mercado locais em Tefé, indicam que existe demanda significativa no Amazonas. Futuramente, o abatedouro poderá obter novas licenças um  para comercialização da carne em nível nacional.

     

    Siga o editor do RDA

    Mais notícias

    Ministério Público investiga contrato de instalação da roda-gigante em Manaus

    Pesquisa IPEN aponta disputa acirrada entre Omar Aziz e David Almeida nas eleições 2026

    CPMI do INSS aprova dois pedidos de prisão preventiva

    Redação Amazônia
    Hostinger
    Apoie o RDA
    ARQUIVO
    RDA · Redação Amazônia
    Facebook Instagram
    • Manaus
    • Amazonas
    • Brasil
    • Amazônia
    • Apoie o RDA
    Diretor Executivo: Kleiton Renzo | Política de Privacidade

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.