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    Amazonas

    Políticos experientes do Amazonas ainda correm buscando alianças

    26 de março de 2022
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    | POR REDAÇÃO AMAZÔNIA

    Com prazos às vésperas para mobilizações partidárias e lançamentos de pré-candidaturas, deputados estaduais e federais correm contra o tempo na tentativa de encontrar um partido cuja sigla dê proporcionalidade durante a conferência dos votos. Os que afirmam ser da base governista ficam à sombra do governador e tentam fortalecer laços em busca de êxito nas urnas.

    @kleiton.renzo

    Novas alianças surgem e a busca pela bênção e aprovação de partidos com cargos majoritários aumenta.

    O deputado federal Capitão Alberto Neto, da base do governo, saiu do Republicanos para se afiliar ao PL, mesmo partido de Bolsonaro. A nova agremiação ‘Frente Parlamentar da Lealdade Acima de Tudo’, lançada em 15 de março.

    A sigla tem uma mulher como presidente a deputada federal Carla Zambelli, e os parlamentares fazem parte da base do governo Bolsonaro, indicam a consolidação da liderança da extrema direita e do conservadorismo.

    Segundo o Capitão Alberto Neto, o partido está se fortalecendo e trazendo mais candidatos para aumentar a competitividade entre os demais.

    “O PL está se organizando, ainda estamos recebendo muitas pessoas que querem entrar. Temos até o dia 2 de abril para fechar as filiações, para os candidatos concorrerem à próxima eleição. O partido está sendo organizado e está bastante competitivo para as eleições de 2022”, frisou o deputado federal Capitão Alberto Neto.

    No dia 15 de março o deputado federal Capitão Alberto Neto passou a integrar a Frente da Lealdade por fazer parte da base do governo e será o representante do Estado do Amazonas – Foto: Divulgação/ Assessoria

    Nestas eleições do pleito 2022, surgiram diversos partidos novos, cujas legendas remetem a Deus e lealdade, para consolidar e afirmar a força do conservadorismo para o eleitor com a máxima de que podem ser a solução do país.

    Fechando Janela

    Até o dia 1º de abril, e não é mentira, os parlamentares precisam definir partido e alianças. No Amazonas, deputados correm de um lado para o outro, na dúvida de qual o melhor partido para si, uma vez que as federações, que é quando dois ou mais partidos se unem, apontam um pessoa para representação em cargos majoritários e aquela aliança de certa forma, valida o candidato.

    Diante de tanta mobilização, a Assembleia Legislativa tem se esvaziado, já que as reuniões partidárias estão sendo diárias e os eventos locais são a oportunidade do pré-candidato mostrar que é ativo e iniciar antecipadamente a campanha eleitoral.

    A deputada Professora Therezinha Ruiz, que integra a sigla do PSDB, disse que está preocupada com o quociente eleitoral – método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras – “Eu também estou preocupada com a filosofia do partido. Tenho o apoio do PSDB Mulher, mas eu tenho que analisar como fica o partido PSDB no Amazonas, porque eu posso ter muitos votos e ainda assim não ter o coeficiente para ser eleita.”

    A deputada estuda a possibilidade de integrar o partido Avante ou mesmo caminhar para o União Brasil, que é o partido em que Wilson Lima fechou.

    A deputada Professora Therezinha Ruiz, está no quinto mandato, se diz preocupada com as questões partidárias e disse que está fazendo os cálculos – Foto: Divulgação

    Parlamentares que já ocupam um cargo político-eletivo e desejam se candidatar novamente para o mesmo cargo ou para outros precisam correr. Nestas eleições, estarão em disputa os cargos de governo, senador, deputado federal e estadual, além de presidência da República.

    Daí, há a necessidade das alianças certas para o candidato garantir-se no poder. Ao menos sete nomes no Amazonas já configuram o cenário local para o embate ao governo estadual.

    O atual governador Wilson Lima, que tenta a reeleição, mudou de sigla partidária para fortalecer sua candidatura. Ele faz parte do partido União Brasil e conta com o apoio de Bolsonaro. Hoje, para celebrar a nova agremiação, ele fará uma festa, e conta ainda com o apoio de 20 dos 24 deputados da Assembleia Legislativa do Amazonas.

    Wilson Lima fará ‘grande ato de filiação’ ao União Brasil neste sábado
    Foto: Divulgação

    Ricardo Nicolau (Solidariedade), que nas últimas eleições disse que daria uma parada na vida política para seguir outros projetos, também apresentou seu nome neste pleito. Amazonino Mendes (sem partido), que faz parte dos caciques políticos, nem definiu ainda em que partido irá se filiar, mas grita em alta voz que é pré-candidato. Tem ainda a coadjuvante Carol Braz (PDT), única mulher até o momento, lançou sua pré-candidatura; Eduardo Braga (MDB); Jevaldo Silva (PSOL); Marcelo Amil (PSOL); também estão na disputa.

    Deputados

    O deputado federal Bosco Saraiva é presidente do Solidariedade-AM e vem como deputado estadual. Ele afirmou que a chapa de seu partido está completa com candidatos para deputado federal e deputado estadual e ao governo. “Eu serei candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa com o fim de discutir com profundidade os temas regionais”.

    Bosco é também vice-governador do Estado
    Bosco está saindo do cenário federal e vai concorrer ao cargo de deputado estadual – Foto: Reprodução/Facebook
    Alessandra Campêlo deixou o Parlamento para assumir a Seas e agora deixou a Secretaria para novamente concorrer ao cargo de deputada estadual – Foto: Miguel Almeida

    Alessandra Campêlo (MDB), que pediu licença do cargo de deputada para assumir a Secretaria Estadual de Assistência Social, se afastou da pasta para tentar novamente a reeleição.

    Outros deputados, os indecisos e morosos, que deixaram para a última hora, agora correm contra o tempo e fazem a matemática do ‘milagre’ eleitoral, fechando laços e pedindo benção ao Davi Almeida, e conselhos ao governador Wilson Lima.

    Cientista político, Luiz Antônio Nascimento diz que as eleições são muito polarizadas

    Para o cientista político Luiz Antônio Nascimento, a eleição no Brasil é “polarizada” e o grande número de candidatos em um partido serve para o fortalecimento da sigla e não acrescenta em nada para o país. Para ele, a existência de quase 30 partidos políticos não fortalece a democracia. Partidos sem identidade política nem ideológica, partidos políticos que têm dono, não ajudam o eleitor em nada. O o cientista político disse que, “essas candidaturas têm a função somente de fortalecer o partido e acessar o fundo partidário”.

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