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    Home»Destaque»Tribunal de Contas é palco ação contra a violência e discriminação no AM
    Ação tem intuito de debater melhores perspectivas de igualdade e convivência, e contou com a presença de servidores e jurisdicionados de instituições públicas do Amazonas.
    Destaque

    Tribunal de Contas é palco ação contra a violência e discriminação no AM

    9 de agosto de 2023
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    Dando continuidade às atividades de combate aos mais diversos tipos de violência no trabalho, o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) via Comitê de Enfrentamento e Prevenção do Assédio e da Discriminação (CPEAD) realizou, na manhã desta quarta-feira (9), o seminário com o tema “Um olhar inclusivo: Combatendo a Violência Institucional e a discriminação.

    “É uma satisfação muito grande para o Tribunal de Contas tratar sobre temas que tocam nossa vida moderna e social, que são temas relacionados à convivência, tolerância e diversidade. Tem sido uma preocupação constante falar disso, e por isso temos um Comitê super competente. Agradeço aos palestrantes que vieram colaborar conosco com suas reflexões, que nos ajudam a criar um ambiente cada vez mais saudável e respeitoso”, destacou o presidente do TCE-AM, conselheiro Érico Desterro.

    @kleiton.renzo

    Realizado no auditório do TCE-AM, de 9h às 12h, com o intuito de debater melhores perspectivas de igualdade e convivência, o seminário contou com a presença de servidores e jurisdicionados de instituições públicas do Amazonas.

    As palestras foram ministradas pela servidora pública e mestre em direito, Luciana Santos e pelo historiador e psicanalista, Ygor Cavalcante.

    Dando início aos debates, a mestre em direito, Luciana Santos, abordou a concepção histórica das origens do racismo na América e como isso ainda reflete nas relações de trabalho.

    “O racismo tem uma antecedência muito enraizada, principalmente no Brasil, onde o sistema escravocrata deixou marcas profundas, que até hoje, mesmo com todo avanço da sociedade em economia, política e cidadania, precisamos estabelecer medidas urgentes de combate”, explicou a mestre em Direito, Luciana Santos.

    O psicanalista, Ygor Cavalcante, trouxe para o debate pesquisas sobre a escravidão na Amazônia, lutas sociais e psicanálise.

    “Ainda há pouco espaço para o debate de ideias. Por isso, é interessante abrir caminhos para se falar sobre as diversidades, os reais problemas da nossa sociedade, que são diversos, principalmente os econômicos, de classe e religiosos. A psicanálise neste campo, tenta corrigir e explicar, progressivamente, o que seria um conceito ideal para lidar com o desenvolvimento humano”, afirmou o psicanalista Ygor Cavalcante.

    Os participantes receberam certificação de 3h e a cartilha de Prevenção e Enfrentamento da Corte de Contas, que reúne conceitos, formas de identificar comportamentos agressivos e como lidar com as diferentes situações dentro do ambiente de trabalho.

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